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O hoje senador Mário Couto entre os principais banqueiros do Jogo do Bicho da Belém da década de 80.
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| E olha ele aqui de novo! Ele mesmo: o senador Mário Couto Filho |
No Blog da Perereca
No último dia 11, o Congresso em Foco publicou reportagem com o título “Mário Couto já foi ‘porta-voz’ dos bicheiros do Pará”, baseada justamente em páginas dos jornais da década de 80, resgatadas pela Perereca da Vizinha no arquivo público do Pará.
A postagem “Nos Tempos da Bicharia”, publicada em 16 de março deste ano, está aqui:http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2012/03/nos-tempos-da-bicharia.html
O blog lamenta, é claro, que o Congresso em Foco não tenha citado a fonte do material.
Compreende, no entanto, que informação não tem dono. Por isso, comemora que ela, a informação, seja, agora, do conhecimento de boa parte do Brasil.
Mas, deixando as abobrinhas de lado, veja que coisa impressionante, caro leitor: apesar das fotos históricas e do noticiário dos três principais jornais da Belém da década de 80, Mário Couto continua a negar que foi bicheiro.
Com aquele enorrrme perobal que Deus lhe deu, Couto afirmou ao Congresso em Foco: “Em primeiro lugar, quero dizer que nunca fui bicheiro. Isso é coisa que eu carrego nas minhas costas desde meus 26 anos, quando eu fiz uma escola de samba, doido para conhecer mulatas, e levei o Joãozinho Trinta pra lá”.
Segundo o hoje senador, o “carimbo” de contraventor veio do fato de, vez por outra, receber uma ajudinha dos bicheiros.
Contou Mário Couto ao Congresso em Foco: “Ele (Joãozinho Trinta) me disse: ‘Olha, isso (conhecer mulatas) custa muito caro, você tem que conhecer alguns bicheiros. Eu conheci uns dois ou três… Tinha tempo em que eles ajudavam, tinha tempo em que não ajudavam… e, aí, eu fiquei com o carimbo”.
Uma coisa a gente tem de reconhecer acerca de Mário Couto: como se diz em Portugal, ele tem muita, mas muita lata...
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