terça-feira, 13 de novembro de 2007

O PETRÓLEO É NOSSO!

No noticiário sobre a descoberta de um supercampo de petróleo, a mídia corporativa pareceu mais preocupada com os interesses da Shell, Exxon, etc. do que com o Brasil.
Tentar impedir que Lula capitalize o feito, tudo bem. E até justo. Essa glória pertence aos nossos antepassados que lutaram pelo Petróleo é Nosso, como Monteiro Lobato.

O problema da cobertura da mídia foi atacar a retirada do bloco 41 da rodada de licitações de blocos petrolíferos que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) está preparando. Chamaram até um ex-presidente da ANP, o David Zylberztjein (parece que é assim que se escreve), muito chegado de Fernando Henrique Cardoso, para apontar ali uma violação das regras, um rompimento de contrato, etc.

A ministra Dilma Rousseff explicou muito bem: o contrato com essas empresas chama-se contrato de risco (você investe e arrisca encontrar ou não petróleo)e, se não há mais risco, pois já se sabe que existe petróleo no bloco 41, então, esse contrato não pode ser feito. Deve-se pensar em outro contrato ou, o que é melhor, de acordo com a lei, entregá-lo à Petrobrás.

Então, é isso. Para a mídia, os interesses das grandes corporações coincidem com os seus. Não os do Brasil. Por isso, apóia a volta dos tucanos e demos, que andaram vendo um jeito de acabar com o monopólio da União sobre o petróleo.

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