terça-feira, 13 de novembro de 2007

Governo monta “operação de guerra” para votar CPMF

A oposição sabe que não tem voto para derrubar a CPMF, mesmo com a posição "heróica" do PSDB, que entrou para a história como quem vota contra a Saúde e o Bolsa Família.
A oposição sabe que não ganha nem na CCJ nem no plenário.
Então, a estratégia da oposição é ganhar no tapetão.
Como ?
A estratégia da oposição é se valer do fato de a relatora ser Kátia Abreu, do DEM de Tocantins, aquela que apóia o trabalho escravo.
Ela poderá empurrar a votação final da CPMF para fins de novembro, usar 30 dias para fazer novo parecer, e a CPMF cai por decurso de prazo, sem votação.
E o Senado derrubaria a CPMF, na chicana parlamentar.
Por isso, a estratégia do Governo, hoje, é o líder Romero Jucá apresentar um relatório em separado e ele se tornar o relator, no lugar de Kátia Abreu.
Portanto, o Governo vai para o plenário do Senado com a estratégia "Xô Kátia".
Da mesma maneira que, ontem, a palavra de ordem era "Xô Mozarildo" Cavalcanti, do PTB de Roraima, que ia votar com Kátia na CCJ.
No lugar dele entrou Ideli Salvatti, do PT de Santa Catarina.
A soma do dinheiro para a Saúde e o Bolsa Família é o dinheiro da CPMF.
Clique aqui para ler que Adib Jatene, o cardiologista pai da CPMF, acha que o fim da CPMF é bom para os ricos que gostam de sonegar.

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