Na semana passada Henrique Meirelles, em audiência no Senado, deu um excelente conselho ao povo brasileiro: “fuja do cheque especial”.
Para saber que se deve fugir do cheque especial, não é necessário ser economista, apenas ser correntista.
Como o Sendo é um ente absolutamente desmoralizado, o conselho de Meirelles passou batido, sem que ninguém fizesse a pergunta: “Por que o BC não regula o setor bancário, que alías é seu papel?”.
Ou outra pergunta: “O senhor acha que o Banco do Brasil e a CEF estão cumprindo seu papel no mercado financeiro, jogando as tarifas bancárias para baixo?”
Enquanto Meirelles fica brincando de dar conselhos ao Senado, o Bradesco anuncia lucro acumulado no ano de R$ 5,8 bilhões, o maior da história brasileira entre os bancos privados. Vale salientar que na média 20% da receita bancária vem de tarifas.
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