quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Serra, de novo!!



Por onde ele passa se sente o cheiro de enxofre

O cara acaba de perder as eleições. Agora quer voltar e comandar o partido (!) que levou à derrota pela segunda vez e cuja bancada encolheu de forma dramática. E ainda se sente à vontade para criticar o Presidente da República como se a farsa da "bolinha de papel" não houvesse ocorrido. E a mídia cobre isso como se nada houvesse acontecido em 31 de outubro passado.
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Padim Pade Cerra, aquele do “esse Brasil que está nascendo”, continuou a campanha com uma visita ao Senado.
O que significa que viajou com a mala cheia de ódio.
A estadista chileno-brasileira não foi junto.
E Serra foi ao Senado, sabe-se lá por que.
Lá, disse que o Lula só sabe fazer campanha e mentir.
Poderia ter dito que outra especialidade do Lula é dar surras no Serra (em campanhas).
Disse que o legado de Lula à Dilma é uma “herança adversa”.
(O forte dele, como se sabe, não é Língua Portuguesa…)
Ele reafirma que houve um segundo objeto (pode ter sido um OVNI) – “isso foi filmado”, diz ele – que lhe caiu na cabeça (e provocou dano irreparável).
O ponto da questão é exatamente esse: o “filme” da Globo é uma fraude.
Clique aqui para ver “Professor mostra que “segundo objeto” na  cabeça do Serra – o do perito “Molina” – é uma invenção.
É por isso que o Presidente Lula sugeriu que o Serra e a Globo peçam desculpas ao povo brasileiro.
Segundo o Globo – o Globo ! – o presidente do Senado, José Sarney, não anunciou que o Padim Pade Cerra estava no plenário.
Coube ao grão-DEMO José Agripino.
Collor, Ideli e Marina Silva, que lá estavam, o ignoraram solenemente.
E lá foi ele, de braços dados com o chefe do mensalão tucano de Minas, Eduardo Azeredo, a desfilar ódio pelos salões do Senado.


Paulo Henrique Amorim
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EM SANTARÉM O FORUM SOCIAL PAN AMAZONICO

 ENTENDA O QUE É PAN-AMAZÔNICA 

Atualmente a Pan-Amazônia é uma região que se espalha pelo território nacional de oito países (Suriname, República Cooperativa da Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil) e um Departamento da França (Guiana Francesa). Com exceção do Suriname, República de Guiana e Guiana Francesa, todos os demais são países com outras regiões, onde geralmente se concentra o poder político e econômico de cada Estado Nacional. Na década de 70 do século passado, por iniciativa do governo militar brasileiro foi criado a Organização do Tratado de Cooperação dos Países Amazônicos - OTCA, que pretendia a adoção, por parte dos países signatários, de políticas comuns para a Pan-Amazônia. Nos últimos anos, o pouco operativo OTCA tem sido substituído, na prática, por ações integradoras como a Iniciativa Regional Sul Americana -IRSA - sob cujos auspícios se constrói a estrada de ligação entre o Acre (estado da Amazônia brasileira) e a costa pacífica peruana, projetos bilaterais como as hidrelétricas do Rio Madeira na fronteira amazônica do Brasil e Bolívia, a exploração petrolífera na selva equatoriana pela brasileira Petrobrás e as várias iniciativas comuns entre o governos brasileiro e francês na zona de fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa. Cada um destes projetos traz graves conseqüências para as populações locais, que como de hábito não foram consultadas sobre os mesmos e serão obrigadas a pagar os altos custos sociais, culturais e econômicos de cada um deles. Paradoxalmente, foi em países pan-amazônicos, como a Venezuela, a Bolívia , o Equador, que a luta de resistência contra o neoliberalismo atingiu patamares mais avançados, culminando na eleição de presidentes comprometidos com o rechaço da política neoliberal e a construção de novas alternativas.
Se somarmos às iniciativas articuladas dos governos dos países pan-amazônicas com a pressão dos países ricos pela internacionalização da Amazônia verificaremos que a Pan-Amazônia se encontra num processo definidor do seu futuro, onde suas populações, até agora alijadas do debate, precisam se informar, se articular e serem capazes de ações conjuntas como condição indispensável para fazerem valer seus direitos e seus sonhos.
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Disputa pelo poder abre crise interna no PSDB

O "estilo" Serra

“Nárcio Rodrigues, presidente da seção mineira do partido, sai em defesa de Aécio Neves e avisa: os tucanos de São Paulo ‘vão ter que nos engolir’.”
Nárcio prosseguiu:
“Fomos extremamente respeitosos à fila, concordando que em 2006 era a vez de Geraldo Alckmin (SP), e, em 2010, de Serra (SP). Agora (2014) é a nossa vez (de Aécio)”.
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Tudo se trava em torno da palavra “refundação”.
Aécio disse que é preciso promover a “refundação” do PSDB.
O que, em mineirês, significa, tirar o PSDB de São Paulo.
O presidente do PSDB de São Paulo, Reis Lobo, não gostou da “refundação”.
Ele repetiu o que já tinha dito o Farol de Alexandria – clique aqui para ler o imperdível obituário que Mino Carta fez de Fernando Henrique.
Fernando Henrique tinha dito que a palavra “refundação” é muito forte.
Rsrsrsrsrs
A Maria Inês Nassif já tinha dito que o “paulistismo” ia derrotar Serra.
E o Mino, que descreveu o ódio do Serra, avisou que é preciso tirar a oposição e o PSDB de São Paulo.
A propósito: no segundo turno, Dilma deu uma surra no Serra, em Minas: 58% a 41%.
Clique aqui para ler “Serra vai ao Senado e leva o ódio na mala”.
Clique para ler “Serra não vai largar o osso”.
E aqui para ler “Aécio pode ter perdoado Serra. Mas, Minas, não !”. 

Paulo Henrique Amorim
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CHARGE

Santarém - Pará: O PT e as eleições

por Tiberio Alloggio (*)

Uma avaliação dos resultados eleitorais precisa levar em conta as peculiaridades do sistema presidencialista brasileiro que escolhe de diferentes maneiras seus representantes para os cargos executivos e legislativos.
Isto é: as eleições majoritárias para presidente, governador e prefeito; as eleições distritais estaduais para senador; as eleições proporcionais para deputados.
Trata-se de dinâmicas eleitorais diferentes, que comportam táticas e estratégias politicas diferentes. O que caracteriza uma vitória politica é a eleição do candidato majoritário. Uma vitória que, dependendo do volume da bancada eleita no Congresso, poderá ser considerada parcial ou total. Nesse sentido, o PT (com Dilma) venceu a disputa eleitoral nacional.
Ou seja, o PT e sua coligação venceram politicamente as eleições presidenciais, garantindo à Dilma Rousseff ampla maioria na Câmara e no Senado. Isso tudo, aditivado com a vitoria de suas coligações na maioria dos estados.
São pelo menos 4 os fatores que determinaram essa vitória politica, são eles:

A consistência do projeto político;
As alianças;
O desempenho dos candidatos;
As circunstâncias.

Leia Mais
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* É sociólogo e reside em Santarém. Escreve regularmente no Blog do Jeso.
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A Folha (*) tem preconceito contra blog sujo


“Preconceito é uma doença” 

A Folha de São Paulo perguntou à Secretaria de Imprensa da Presidência quando exatamente os blogueiros pediram a entrevista com o Presidente concedida hoje e quando tiveram a resposta positiva. Uma pergunta inédita. O Presidente já concedeu 960 entrevistas à imprensa ao longo dos dois mandatos. A Folha nunca teve a mesma curiosidade em relação a outras entrevistas do Presidente.
Qual é o problema da Folha (*) com os blogs sujos ?
É por que os blogueiros da Folha são todos “limpos” ?
Os blogueiros da Folha são como os blogueiros do Globo e do Estadão (aqui só se fala da Veja para chamá-la de última flor do Fáscio).
Os blogueiros do PiG são do PiG.
Ao contrário do Tombini, que disse que vai trabalhar no Banco Central com autonomia – clique aqui para ler na manchete do UOL – os blogueiros da Folha não tem autonomia.
Sabe por que, amigo navegante, A Folha está tão curiosa ? ?
Porque foi o Pierre Lucena, bloguista sujo, quem perguntou ao Presidente Lula sobre a Satiagraha e, por extensão, sobre o passador de bola apanhado no ato de passar bola, o Daniel Dantas.
Clique aqui para ler Lula avisa a Daniel Dantas que tem um encontro marcado com ele, até o fim do mandato”.
A Folha jamais faria o que o Pierre fez.
A Folha pergunta ao Daniel Dantas o que ele achou da Satiagraha.
A Folha tem mais medo de blog sujo do que da Beatriz Kushnir, que escreveu “Os cães de guarda”, sobre o papel importantíssimo da Folha na perseguição aos adversários do regime militar. 

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

RELAXE E GOZE

Os bastedores da entrevista histórica de Lula com os Blgueiros

Por Renato Rovai

Ao final da entrevista o presidente, com as câmeras e microfones já desligados, disse que queria se comprometer a já agendar uma próxima entrevista com aquele grupo para logo depois que deixasse a presidência. “Porque eu quero tratar com vocês do mensalão, quero falar longamente dessa história e mostrar a quantidade de equívocos que ela tem. Porque o Zé Dirceu pode ter todos os defeitos do mundo, mas…”
Quando o presidente ia completar a frase um dos fotógrafos pediu para que ele se ajeitasse para a foto e o pensamento ficou sem conclusão. Ficou claro que o presidente considera esse caso mal resolvido e que vai entrar em campo assim que sua residência oficial passar a ser em São Bernardo do Campo.
Em muitos momentos da entrevista Lula demonstrou que considera que o comportamento da imprensa brasileira foi mais do que parcial, foi irresponsável. Isso ficou evidente quando disse que a cobertura do acidente da TAM foi o momento mais triste do seu período presidencial. Lembrou que à época alguns jornais e revistas escreveram editoriais falando que o governo carregava nas costas 200 cadáveres.
Ele também introduziu na entrevista, sem que a blogosfera perguntasse, a questão da política internacional. E falou dos bastidores de sua ação na negociação com o Irã. Ao trazer uma negociação desse porte para a pauta da entrevista, o presidente pode ter sinalizado que o palco internacional faz parte do seu projeto futuro.
Lula não fala nada sem pensar e gratuitamente. Quando se está frente a frente com ele isso se torna ainda mais evidente. Lula é hoje um político preparadíssimo.
E falou, por exemplo, que o PT do Acre errou e que por isso Dilma perdeu feio lá para mandar um recado aos irmãos Viana, que controlam o partido no estado.
Aliás, depois da entrevista ele fez questão de chamar o blogueiro Altino Machado de lado e voltou a tocar no assunto. Disse que vai ao Acre ainda no primeiro semestre de 2011. E  que quer conversar com Altino quando for lá.
Ele também falou que vai tratar do caso Paulo Lacerda quando sair da presidência. Tudo indica que a sua melhor entrevista ainda está por vir. Será aquela em que ele vai poder falar de tudo sem o ritual do cargo.
Esse encontro com Lula ainda merecerá outros posts deste blogueiro, mas aproveito para contar um pouco dos bastidores que o antecederam. Em agosto, solicitei em nome da comissão do 1º Encontro da Blogosfera Progressista essa coletiva com o presidente. A resposta veio rápida. O presidente aceitava, bastava construir uma agenda.
Entre a organização do encontro se estabeleceu um debate sobre se seria conveniente ou não que ele ocorresse antes das eleições. De comum acordo com a assessoria da presidência definiu-se que seria jornalisticamente mais interessante que acontecesse agora.
Para que se evitasse o inevitável, que se tentasse descaracterizar o encontro com acusações do tipo “ação de campanha”.
Uma das preocupações que também  surgiu desde o início foi a de que os blogueiros que participassem representassem a diversidade do país. Isso foi conseguido. Entre os 10  que estiveram com Lula hoje, havia gente de sete estados brasileiros e de todas as regiões.
Também havia diversidade de gênero na lista inicial. Eram quatro as mulheres que participariam: Helena, do Blog Amigos do Presidente Lula; Ivana Bentes, da UFRJ; Conceição Lemes, do Viomundo; e Maria Frô, do blog da Maria Frô.
Por motivos diferentes elas não puderem vir a Brasília. Maria Frô conseguiu participar pela twitcam. Ivana Bentes, que também ia entrar por esse sistema, não conseguiu por problemas técnicos.
Ao fim, quem imaginava que seria um encontro chapa-branca se surpreendeu. Quantas vezes na história deste país o presidente da República foi perguntado, por exemplo, sobre por que não se avançou na democratização das comunicações?
Quantas vezes lhe perguntaram por que recuou no PNH3? Quantas vezes ele teve de se explicar sobre a saída de Paulo Lacerda da PF?
Quantas vezes ele foi cobrado sobre o governo não ter se empenhando para a aprovação das 40h semanais? Quantas vezes Lula falou sobre o Acre e suas idiossincrasias políticas?
Quantas vezes discutiu o capital estrangeiro na mídia? Quantas vezes falou sobre AI 5 digital? Quantas vezes tratou da educação para o povo negro? Quantas vezes abordou a cobertura da Globo no episódio da bolinha de papel?
Pode-se gostar ou não desta entrevista, mas uma coisa não se pode negar. Ela entra para a história da cobertura política brasileira.
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Papa demite bispo que apoiou Dilma.

Bispo que apoiou Dilma é pressionado a renunciar

O papa Bento XVI  aceitou a renúncia de Luiz Carlos Eccel, bispo de Caçador (Santa Catarina, Brasil), que apoiou para a eleição presidencial Dilma Rousseff, criticada pela Igreja Católica por suas posições sobre o aborto, anunciou nesta quarta-feira o Vaticano. 
Bento XVI aceitou a renúncia do bispo Eccel “em conformidade com o artigo 401 parágrafo 2 do Código de Direito Canônico”, indicou o Vaticano em um comunicado. Esse artigo prevê a renúncia “por motivos de saúde ou por outra causa grave”. 
Este bispo, de 58 anos, não teria se mantido fiel à Igreja católica ao apoiar abertamente a candidatura de Dilma Rousseff, eleita presidente no dia 31 de outubro. 
Alvo da Igreja católica e dos evangélicos por suas posições a favor da legalização do aborto, a candidata do Partido dos Trabalhadores afirmou antes do segundo turno que não iria modificar a lei. 
Durante a campanha eleitoral, o bispo de Guarulhos (São Paulo) divulgou um manifesto contra Dilma, a pessoa escolhida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sucedê-lo, apresentando-a como “a candidata da morte”. 
Três dias antes do segundo turno, no dia 28 de outubro, Bento XVI disse, ao receber os bispos brasileiros, que os sacerdotes tinham “o dever de emitir um julgamento moral, mesmo na política”, quando “os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem”. 
As declarações foram recebidas no Brasil como um apoio implícito ao candidato social-democrata da oposição, José Serra.
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CHARGE

Mulheres

Onze mulheres poerão ser escaladas para o ministério, segundo intenção anunciada da presidente eleita.
Dilma não tem muitas opções para ocupar o posto de modo a preencher a cota feminina e contemplar partidos da base.
Uma delas é a senadora Marta Suplicy , que resolveria os problemas do PT de São Paulo.
Fala-se na possibilidade de Marta ser indicada para o Ministério das Cidades. Seu concorrente é o tesoureiro da campanha de Dilma, o deputado federal José De Filippi, ex-prefeito de Diadema(SP)
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O TOP DOS BLOGs

Lula e a bolinha de papel. Serra e a Globo: uma desfaçatez

A Globo inventa imagem, disse o Presidente da República.

No fim da entrevista histórica aos blogueiros que o Padim Pade Cerra chama de “sujos”, o presidente Lula foi para cima do Serra e da Globo.
Sobre Serra e a bolinha de papel: foi uma desfaçatez.
Sobre a “segunda bolinha” da Globo e do “perito” Molina: ela inventou.
Aquela imagem não existe ! (*)
Segundo Lula, o Serra e a Globo têm que pedir desculpas ao povo brasileiro.
Clique aqui para ler “Lula defende Ley de Medios no encontro com blogueiros que o Padim Pade Cerra chama de “sujos”.
Clique aqui para ler “Professor desmente vídeo da segunda bolinha da Globo”.
Clique para ler “até na redação do jornal nacional vaiam o ‘perito’ Molina do Ali Kamel”. 

Paulo Henrique Amorim 

(*) O que dirão os filhos do Roberto Marinho (eles não tem nome próprio) ? O Presidente da República diz que a Globo inventa imagens ! Eles vão demitir o Ali Kamel ? O Bonner ? O “perito” Molina ? Vão engolir em seco. Será mais uma do Ali Kamel … Ou eles vão processar o Presidente da República ?
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Dilma confirma equipe econômica

A assessoria de imprensa da presidente eleita, Dilma Rousseff, divulgou há pouco nota confirmando o economista Alexandre Tombini, atual Diretor de Normas, para presidir o Banco Central, o economista Guido Mantega para permanecer à frente do Ministério da Fazenda, e a engenheira e coordenadora do PAC, Miriam Belchior, para assumir o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Veja a seguir a íntegra da nota:
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A entrevista de Lula aos "blogueiros sujos


Está começando a entrevista de Lula aos blogueiros!!!
Quem quiser participar, mande sua pergunta pelo twitter, com a hashtag #lulablogs
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CHARGE

COISAS DE TUCANOS

"... os quilombolas foram mantidos ilegalmente presos e algemados, de pé, na porta do quartel da Polícia Militar em Porteirinha, em pleno centro da cidade, ... ficando ali expostos por mais de 03 horas ao opróbrio público, qual escravos fujões recém-capturados pelo capitão-do-mato..."
O texto acima não é um extraído de um romance de ficção do Século XIX. Faz parte da ação civil ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Fundação Cultural Palmares, pedindo que o Estado de Minas Gerais seja condenado a pagar indenização por danos morais coletivos em virtude de arbitrariedades cometidas pela Polícia Militar mineira contra três comunidades quilombolas: Povo Gorutubano, Brejo dos Crioulos e Lapinha.
Em diversas operações da Polícia Militar, os integrantes das comunidades quilombolas foram, de forma ilegal, ameaçados, algemados e expostos a humilhações públicas. Houve caso em que até crianças de 4, 6 e 7 anos de idade foram detidas.
Em duas oportunidades, os policiais, fortemente armados, agiram a pedido de fazendeiros, sem qualquer ordem judicial que os amparasse. Nessas ocasiões, as ações policiais aconteceram a pretexto de desocupar terras ocupadas pacificamente por famílias quilombolas.
No primeiro caso, ocorrido em 2006 (sob o governo de Aécio Neves), 15 policiais, fortemente armados e sem mandado judicial, invadiram e destruíram acampamento montado por famílias gorutubanas, apreenderam suas ferramentas de trabalho, algemaram todos eles uns aos outros e conduziram-nos, presos - inclusive três crianças -, num percurso de 60 km, até o quartel da Polícia Militar da cidade de Porteirinha.
Lá chegando, os quilombolas foram mantidos ilegalmente presos e algemados, de pé, na porta do quartel, em pleno centro da cidade, ficando ali expostos por mais de três horas, “qual escravos fujões recém-capturados pelo capitão-do-mato", narra a ação.
Várias testemunhas contaram que, enquanto estavam ali, os fazendeiros que disputam terras com os quilombolas, passavam por eles a todo instante, fazendo escárnio, chacotas, proferindo palavras de ofensa e humilhação.
Para o procurador da República, “o que mais choca nos relatos é que, em pleno século XXI, cidadãos brasileiros foram tratados de fato como escravos rebeldes. A única diferença é que as grossas correntes foram substituídas por algemas. Mas a exposição pública, a humilhação, o desrespeito à dignidade humana, estavam todos lá”.
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A Volta de Bolsonaro

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) já é conhecido no meio político como polemizador. Conservador e reacionário, ligado aos saudosistas da ditadura, ele vive causando polêmica com suas declarações contra os direitos humanos. 
São tantas declarações polêmicas que Bolsonaro nem é mais levado a sério entre os colegas. Desta vez, o comentário infeliz do deputado teve como alvo os homossexuais. Bolsonaro sugeriu que os pais deveriam bater nos filhos com tendências homossexuais.
A declaração foi feita durante o programa "Participação Popular", da TV Câmara. Os deputados Jair Bolsonaro e Paulo Henrique Lustosa (PMDB/CE), presidente da Frente Parlamentar da Criança e do Adolescente, discutiam sobre a Lei da Palmada, quando Bolsonaro disse: "O filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro, ele muda o comportamento dele. Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem".
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Le Monde Diplomatique comemora 3 anos no Brasil

AdNews

“O Le Monde Diplomatique Brasil, jornal originário da edição francesa, comemora três anos no País com debate no dia 30 de novembro, a partir das 17h, na Livraria Cultura, capital paulista.
Com o tema “Um novo olhar sobre o mundo, um novo olhar sobre o Brasil”, mesmo slogan da publicação, o evento irá reunir os jornalistas Heródoto Barbeiro, Juca Kfouri, Caco Barcellos e o Conselho Editorial, sob mediação de Silvio Caccia Bava, diretor e editor-chefe do jornal, para debater e refletir sobre a democracia e temas emergentes no País.
O evento tem o objetivo não só de celebrar a presença do Le Monde Diplomatique no Brasil, mas também para representar o papel do veículo, que é de fomento do debate sobre questões importantes da sociedade.
“Acreditamos que o papel do jornalismo é de fato fazer com que a pessoas formem seus juízos de valor sobre qualquer aspecto, lendo, ouvindo e escutando especialistas sobre os mais variados assuntos.
Nada representa melhor o Le Monde Diplomatique Brasil do que um debate, aberto ao público, os jornalistas que convidamos, verdadeiros ícones do jornalismo atual”, afirma Daniela Greeb, Diretora Comercial do Le Monde Diplomatique Brasil.”
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

10 estratégias de manipulação midiática


O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia: 
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas.

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