sexta-feira, 2 de setembro de 2016

GESTAPO DE ALCKMIN VOLTA A DERRAMAR SANGUE


"Fora Temer" foi reprimido como na ditadura militar!

As manifestações se repetem nas ruas de várias capitais.
E é garotada, precisa-se procurar com atenção para achar um que outro de mais de 40 anos nas
imagens da Avenida Paulista, agora há pouco.
A repressão, também, agora com a autorização do presidente espúrio da República.
Que hoje, nos jornais, legitimou o “bateu, levou”.
Uma menina perdeu a visão num dos olhos em São Paulo.
Hoje, no Rio Grande do Sul, milhares de moças e rapazes estão protestando.
Veja:







No início da noite de ontem, em São Paulo, manifestantes se reuniram para um novo ato Fora Temer.
Cerca de 6 mil pessoas se reuniram no vão livre do MASP, na Avenida Paulista, e caminharam em 
direção à Rua da Consolação.







Mesmo após assegurar aos organizadores do ato que não haveria repressão, a Polícia Militar 
fechou todas as ruas perpendiculares à Consolação e atacou os manifestantes com balas de 
borracha e bombas de gás. A perseguição continuou em direção ao Centro, pela Praça 
Roosevelt, República, Rua Xavier de Toledo, Avenida 9 de Julho e Vale do Anhangabaú.









Até a meia-noite, ainda era possível ouvir bombas e helicópteros pelo Centro.Para o próximo domingo, dia 4, a Frente Povo Sem Medo e a Frente Brasil Popular convocam 
um ato unificado pelo Fora Temer e por novas eleições. Saiba mais 

Imagens: Mídia Ninja

FILHOTE DE CESAR MAIA DESAFIA STF E NOMEIA ALIADO DE CUNHA NA EBC



Como presidente da República em exercício, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) demitiu o 
jornalista Ricardo Melo da presidência da EBC, nomeou para seu lugar Laerte Rimoli, aliado 
de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e extinguiu o conselho curador da empresa; para o senador 
Lindbergh Farias, Maia agiu como "golpista em exercício"; detalhe: a demissão de Melo havia 
sido tentada por Temer e foi negada pelo Supremo Tribunal Federal, uma vez que o jornalista 
tem mandato de quatro anos à frente da EBC; "Vamos ao STF ainda hoje", diz Marco Aurélio 
Carvalho, advogado de Ricardo Melo; "Essa decisão mostra a forma autoritária como esse 
governo biônico pretende agir, afrontando inclusive o próprio STF"

247 – "O golpista em exercício Rodrigo Maia acaba de extinguir, por medida provisória, o Conselho 
Curador da EBC. Além disso, exonerou o diretor-presidente da empresa e nomeou, no seu lugar, um 
indicado de Eduardo Cunha!", anuncia o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), em sua página no 
Facebook.
De fato, Rodrigo Maia marcou sua passagem pela presidência da República por um ato que fere a lei 
e contraria o próprio Supremo Tribunal Federal, uma vez que a demissão de Melo já havia sido 
tentada por Temer, mas foi negada por liminar do ministro Dias Toffoli, uma vez que Ricardo Melo, 
o atual presidente, tem mandato de quatro anos.
Para o seu lugar, Maia nomeou Laerte Rimoli, aliado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mas a canetada 
deverá ser analisada novamente pelo STF.
"Vamos ao STF ainda hoje", diz Marco Aurélio Carvalho, advogado de Ricardo Melo. "Essa decisão 
mostra a forma autoritária como esse governo biônico pretende agir, inclusive afrontando o próprio 
STF."
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LULA DENUNCIA O GOLPE AO MUNDO


Querem acabar com a inclusão social! Em carta a governantes do mundo, Lula denuncia o 
golpe no Brasil

Do site do Presidente Lula:

Em carta enviada esta semana aos governantes e ex-governantes com os quais manteve relações, durante e depois de seu governo, o ex-presidente Lula denunciou o golpe parlamentar contra a presidenta Dilma Rousseff e a campanha dos golpistas e da mídia brasileira para excluir do processo político, por meios arbitrários, o PT e o próprio Lula.
"As forças conservadoras querem obter por meios escusos aquilo que não conseguiram democraticamente: impedir a continuidade e o avanço do projeto de desenvolvimento e inclusão social liderado pelo PT", diz o ex-presidente na carta.
Em oito anos no governo, Lula teve 168 encontros com chefes de estado e de governo em dezenas de países, recebeu governantes estrangeiros em 232 ocasiões, além de ter participado de 84 reuniões de cúpula multilaterais. Entre 2011 e 2015, Lula participou de 132 encontros com governantes e ex-governantes, mantendo sua intensa agenda de diálogo internacional.
No documento aos governantes e ex-governantes, Lula afirma:
"Querem criminalizar os movimentos sociais e, sobretudo, um dos maiores partidos de esquerda democrática da América Latina, que é o PT. Denúncias contra líderes de partidos conservadores são sistematicamente abafadas e arquivadas enquanto acusações semelhantes a qualquer personalidade do PT tornam-se de imediato, à revelia do devido processo legal, condenação irrevogável na maior parte dos meios de comunicação."
"Se a justiça for imparcial, as acusações contra mim jamais prosperarão. O que não posso aceitar são os atos de flagrante ilegalidade e parcialidade praticados contra mim e meus familiares por autoridades policiais e judiciárias. É inadmissível a divulgação na tv de conversas telefônicas sem nenhum conteúdo político, a coação de presos para fazerem denúncias mentirosas contra mim em troca da liberdade, ou a condução forçada, completamente ilegal, ocorrida em março último, para prestar depoimento do qual eu sequer tinha sido notificado."
"Nada me fará abrir mão, como sabem as lideranças de todo o mundo com as quais trabalhei em harmonia e estreita cooperação -- antes, durante e depois dos meus mandatos presidenciais – do compromisso de vida com a construção de um mundo sem guerras, sem fome, com mais prosperidade e justiça para todos."

Confira a íntegra da carta de Lula

Caro Presidente,


Dirijo-me ao senhor para informá-lo da gravíssima situação política e institucional que vive o Brasil, país que tive a honra de presidir de 2003 a 2010.
Tomo a liberdade de escrever-lhe em nome do respeito e da amizade que existe entre nós, pelos quais sou muito grato.
Orgulho-me de ter conseguido, apesar da complexidade inerente às grandes democracias e dos problemas crônicos do Brasil, unir o meu país em torno de um projeto de desenvolvimento econômico com inclusão social, que nos fez dar um verdadeiro salto histórico em termos de crescimento produtivo, geração de empregos, distribuição de renda, combate à pobreza e ampliação das oportunidades educacionais.
Por meios pacíficos e democráticos, fomos capazes de tirar o Brasil do mapa da fome no mundo elaborado pela ONU, libertamos da miséria mais de 35 milhões de pessoas, que viviam em condições desumanas, e elevamos outras 40 milhões a patamares médios de renda e consumo, no maior processo de mobilidade social da nossa história.
Em 2010, como se sabe, fui sucedido pela Presidenta Dilma Rousseff, também do Partido dos Trabalhadores, que havia dedicado sua vida à luta contra a ditadura militar, pela democracia e pelos direitos da população pobre do nosso país.
Mesmo enfrentando um cenário econômico internacional adverso, a Presidenta Dilma conseguiu manter o país no rumo do desenvolvimento e consolidar os programas sociais emancipadores, prosseguindo na redução das enormes desigualdades materiais e culturais ainda existentes na sociedade brasileira.
Em 2014, a Presidenta Dilma foi reeleita com 54 milhões de votos, derrotando uma poderosa coalizão de partidos, empresas e meios de comunicação que pregava o retrocesso histórico do país, com a redução de importantes programas de inclusão social, a supressão de direitos básicos das classes populares e a alienação do patrimônio público construído com o sacrifício de inúmeras gerações de brasileiros.
A coalizão adversária, vencida nas urnas em 2002, 2006, 2010 e 2014, não se conformou com a derrota e desde a proclamação do resultado procurou impugná-lo por todos os meios legais, sem alcançar nenhum êxito.
Esgotados os recursos legais, no entanto, em vez de acatar a decisão soberana do eleitorado, retomando o seu legítimo trabalho de oposição e preparando-se para disputar o próximo pleito presidencial – como o PT sempre fez nas eleições que perdeu –, os partidos derrotados e os grandes grupos de mídia insurgiram-se contra as próprias regras do regime democrático, passando a sabotar o governo e a conspirar para apossar-se do poder por meios ilegítimos.
Ao longo de todo o ano de 2015, torpedearam de modo sistemático os esforços do governo para redefinir a política econômica no sentido de resistir ao crescente impacto da crise internacional e recuperar o crescimento sustentável. Criaram um clima artificial de impasse político e institucional, com efeitos profundamente danosos sobre a vida do país, contaminando o ambiente de negócios, deixando inseguros produtores e consumidores, constrangendo as decisões de investimento. No afã de inviabilizar o governo, apostaram contra o país, chegando até mesmo a aprovar no parlamento um conjunto de medidas perdulárias e irresponsáveis destinadas a comprometer a estabilidade fiscal.
E, finalmente, não hesitaram em deflagrar um processo de impeachment inconstitucional e completamente arbitrário contra a Presidenta da República.
Dilma Rousseff é uma mulher íntegra, cuja honestidade pessoal e pública é reconhecida até pelos seus adversários mais ferrenhos. Nunca foi nem está sendo acusada de nenhum ato de corrupção. Nada em sua ação governamental pode justificar, sequer remotamente, um processo de cassação do mandato que o povo brasileiro livremente lhe conferiu.
A Constituição brasileira é categórica a esse respeito: sem a existência de crime de responsabilidade, não pode haver impeachment. E não há nenhum – absolutamente nenhum – ato da Presidenta Dilma que possa ser caracterizado como crime de responsabilidade. Os procedimentos contábeis utilizados como pretexto para a destituição da Presidenta são idênticos aos adotados por todos os governos anteriores e pelo próprio vice-presidente Michel Temer nas ocasiões em que este substituiu a Presidenta por razão de viagem. E nunca foram motivo de punição aos governantes, muito menos justificativa para derrubá-los. Trata-se, portanto, de um processo estritamente político, o que fere frontalmente a Constituição e as regras do sistema presidencialista, no qual é o povo que escolhe diretamente o Chefe de Estado e de Governo a cada quatro anos.
As forças conservadoras querem obter por meios escusos aquilo que não conseguiram democraticamente: impedir a continuidade e o avanço do projeto de desenvolvimento e inclusão social liderado pelo PT, impondo ao país o programa político e econômico derrotado nas urnas. Querem a todo custo comandar o Estado para apossar-se do patrimônio nacional – como já começa a acontecer com as reservas petrolíferas em águas profundas – e desmontar a rede de proteção aos trabalhadores e aos pobres que foi ampliada e consolidada nos últimos treze anos.
As mesmas forças que tentam arbitrariamente derrubar a Presidenta Dilma, e implantar a sua agenda antipopular, querem também criminalizar os movimentos sociais e, sobretudo, um dos maiores partidos de esquerda democrática da América Latina, que é o PT. E não se trata de mera retórica autoritária: o PSDB, principal partido de oposição, já apresentou formalmente uma proposta de cancelamento do registro do PT, com vistas a proibi-lo de existir. Temem que, em 2018, em eleições livres, o povo brasileiro volte a me eleger Presidente da República, para resgatar o projeto democrático e popular.
A luta contra a corrupção, que é uma mazela secular do Brasil e de tantos outros países, e deve ser combatida de modo permanente por todos os governos, foi distorcida e transformada em uma implacável perseguição midiática e política ao PT. Denuncias contra líderes de partidos conservadores são sistematicamente abafadas e arquivadas enquanto acusações semelhantes a qualquer personalidade do PT tornam-se de imediato, à revelia do devido processo legal, condenação irrevogável na maior parte dos meios de comunicação.
A verdade é que o combate à corrupção no Brasil passou a ser muito mais vigoroso e eficaz a partir dos governos do PT, com o respeito, que antes não existia, à plena autonomia do Ministério Público e da Polícia Federal no exercício de suas atribuições; a ampliação do orçamento, do quadro de funcionários e a modernização tecnológica dessas instituições e dos demais órgãos de controle; a nova lei de acesso à informação e a divulgação das contas públicas na internet; os acordos de cooperação internacional no enfrentamento da corrupção; e o estabelecimento de punições muito mais rigorosas para corruptos e membros de organizações criminosas.
Todos nós, democratas, interessados no aperfeiçoamento institucional do país, apoiamos o combate à corrupção. As pessoas que comprovadamente tiverem cometido crimes, devem pagar por eles, dentro da lei. Mas os juízes, promotores e policiais também estão obrigados a cumprir a lei e não podem abusar do seu poder contra os direitos dos cidadãos. As pessoas não podem ser publicamente condenadas (e terem a sua reputação destruída) antes da conclusão do devido processo legal, e menos ainda por meio do vazamento deliberado de informações praticado pelas próprias autoridades com fins políticos. Uma justiça discriminatória e partidarizada será fatalmente uma justiça injusta.
Eu, pessoalmente, não temo nenhuma investigação. Desde que iniciei a minha trajetória política e, particularmente nos últimos dois anos, tive toda a minha vida pública e familiar devassada – viagens, telefonemas, sigilo fiscal e bancário –, fui alvo de todo o tipo de insinuações, mentiras e ataques publicados como verdade absoluta pela grande mídia, sem que tenha sido encontrado qualquer desvio na minha conduta ou prova de envolvimento em qualquer ato irregular. Se a justiça for imparcial, as acusações contra mim jamais prosperarão. O que não posso aceitar são os atos de flagrante ilegalidade e parcialidade praticados contra mim e meus familiares por autoridades policiais e judiciárias. É inadmissível a divulgação na tv de conversas telefônicas sem nenhum conteúdo político, a coação de presos para fazerem denúncias mentirosas contra mim em troca da liberdade, ou a condução forçada, completamente ilegal, ocorrida em março último, para prestar depoimento do qual eu sequer tinha sido notificado.
Por isso, meus advogados entraram com uma representação no Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, relatando os abusos cometidos por algumas autoridades judiciais que querem a todo custo me eliminar da vida política do país.
A minha trajetória de mais de 40 anos de militância democrática, que começou na resistência sindical durante os anos sombrios da ditadura, prosseguiu no esforço cotidiano de conscientizar e organizar a sociedade brasileira pela base, até ser eleito como o primeiro Presidente da República de origem operária, é o meu maior patrimônio e a ele ninguém me fará renunciar. Os vínculos de fraternidade que construí com os brasileiros e brasileiras na cidade e no campo, nas favelas e nas fábricas, nas igrejas, nas escolas e universidades, e que levaram a maioria do nosso povo a apoiar o vitorioso projeto de inclusão social e promoção da dignidade humana, não serão cancelados por nenhum tipo de arbitrariedade. Da mesma forma, nada me fará abrir mão, como sabem as lideranças de todo o mundo com as quais trabalhei em harmonia e estreita cooperação -- antes, durante e depois dos meus mandatos presidenciais – do compromisso de vida com a construção de um mundo sem guerras, sem fome, com mais prosperidade e justiça para todos.
Agradeço desde já a generosa atenção que o senhor dedicou a esta mensagem e coloco-me à disposição, como sempre estive, para qualquer esclarecimento ou reflexão de interesse comum.
Reiterando o meu respeito e amizade, despeço-me fraternalmente.

Luiz Inácio Lula da Silva
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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

APÓS REPRESSÂO DA GESTAPO DE ALCKMIN JOVEM PERDE A VISÂO


Golpistas não toleram a Democracia

Do Levante Popular da Juventude:

Após ser atingida por estilhaço de bomba em SP, militante do Levante Popular da Juventude perde a 
visão
Na noite de ontem (31), milhares de jovens saíram às ruas de diversas capitais para protestar e 
expressar todo seu repúdio ao golpe parlamentar que destituiu a presidenta legítima, Dilma Rousseff, 
colocando em seu lugar Michel Temer.
Em praticamente todas as manifestações, do norte ao sul do país, ocorreram fortes reações da polícia 
militar, que agiu de maneira desproporcional, violenta e brutal, reprimindo e agredindo os 
manifestantes. Em São Paulo, na esquina da rua Caio Prado com a rua da Consolação, mesmo lugar 
onde ocorreu o massacre de 13 de junho de 2013, várias pessoas ficaram feridas, inclusive uma 
militante do Levante Popular da Juventude, Deborah Fabri, estudante da Universidade Federal do 
ABC (UFABC). Deborah foi atingida por um estilhaço de bomba no rosto, que feriu o seu olho 
esquerdo. Foi hospitalizada e acabou perdendo a visão.
A ação da Polícia Militar do governador Geraldo Alckmin deve ser apurada, assim como os 
responsáveis devem ser identificados e punidos, imediatamente. Essa é a marca desse governo 
ilegítimo e desse golpe: violência, truculência e autoritarismo. Não toleram a democracia, a liberdade 
de expressão, a soberania popular.

Nota de solidariedade a Déborah Fabri, militante do Levante Popular da Juventude: 
http://levante.org.br/blog/?p=1239

Coletivo Nacional de Comunicação do Levante Popular da Juventude

SINDICATO DE LADRÔES COLOCA ROMERO JUCÁ NO COMANDO


Com a efetivação de Michel Temer na Presidência da República, o senador Romero Jucá 
(PMDB-RR) assumiu definitivamente a presidência nacional do PMDB nesta quinta-feira; sua 
primeira tarefa será reduzir o mal-estar criado com aliados como o PSDB e o DEM, irritados 
com a postura de considerável parte da bancada de peemedebistas no Senado que manteve os 
direitos políticos de Dilma Rousseff

BRASÍLIA (Reuters) - Com a efetivação de Michel Temer na Presidência da República, o senador 
Romero Jucá (PMDB-RR) assumiu definitivamente a presidência nacional do PMDB nesta quinta-
feira, com a tarefa de construir uma ampla base de sustentação ao novo governo e dirimir rusgas 
entre aliados.
Jucá, vice-presidente da sigla que havia assumido interinamente a direção do partido e agora passa à 
condição de presidente efetivo, já tem como primeira tarefa reduzir o mal-estar criado com aliados 
como o PSDB e o DEM, irritados com a postura de considerável parte da bancada de peemedebistas 
no Senado que manteve os direitos políticos da ex-presidente Dilma Rousseff na véspera, apesar da 
cassação do mandato.
"Essa votação não foi uma definição partidária, não houve fechamento de questão", afirma o senador 
em documento divulgado por sua assessoria.
"Esse julgamento foi de foro íntimo de cada senador e de cada senadora. A votação de ontem não só 
incomodou o presidente Michel Temer como incomodou todos aqueles que entendem que, 
juridicamente, não cabia esse tipo de divisão."
O presidente do PMDB defendeu a necessidade de enfrentar um "grande desafio amplo e múltiplo" 
no curto prazo, com medidas "emblemáticas e decisivas para o país poder sair dessa situação de 
gravidade e calamidade econômica em que vivemos".
A efetivação de Jucá na presidência do PMDB já estava acertada desde a eleição de Temer para o 
comando partidário, em março, segundo uma fonte do partido. Na ocasião, o senador foi eleito como 
primeiro-vice-presidente da sigla e já havia expectativa de Temer assumir a Presidência por conta do 
impeachment.
Jucá também assume a presidência do PMDB às vésperas das eleições municicpais de outubro, com 
uma boa leva de questões partidárias regionais para resolver.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello)
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LULA DENUNCIA CONLUIO: RECEITA, GLOBO E FEL-LHA!


Como é que foi parar no PiG?​ ​Foi o Meirelles?

Nota do Instituto Lula sobre esclarecimentos da Receita Federal

A Receita Federal a partir janeiro de 2015 tem feito pedidos de esclarecimento ao Instituto Lula a respeito de sua gestão financeira entre 2011 e 2014. Desde então já respondemos a duas solicitações da Receita sobre nossas despesas. Nesta terça-feira (30) recebemos a visita de dois auditores da Receita Federal que nos entregaram uma “Notificação Fiscal”, requerendo novos esclarecimentos e nos dando o prazo de 30 dias para prestá-los.
Todo esse procedimento está protegido legalmente por sigilo fiscal, que é um direito de toda instituição, empresa ou cidadão brasileiro. Entretanto, fomos surpreendidos no último dia 29 com matérias veiculadas na imprensa, a partir de vazamentos ilegais, alimentando uma publicidade opressiva e uma tentativa de criminalização das atividades do Instituto Lula.
Muitos desses questionamentos parecem ser fruto da dificuldade de entender o papel e o trabalho de um Instituto criado por um ex-presidente da República que nos seus dois mandatos elevou o prestígio do nosso país em toda parte. Lula não recebe nenhuma remuneração pelo seu trabalho no Instituto, mas é o principal porta-voz da entidade em eventos no Brasil e no exterior falando de políticas públicas para o combate à pobreza, de cooperação com a África e defesa da integração da América Latina. Tudo isso está previsto no estatuto da entidade, que também contempla a preservação da trajetória e do legado governamental do ex-presidente.
Outras indagações talvez aconteçam por falta de informação e são facilmente explicáveis, como, por exemplo, o pagamento de intérprete de um encontro do ex-presidente Lula com o historiador britânico Eric Hobsbawn. Algumas são sobre despesas de viagem para o recebimento de prémios internacionais, como o World Food Prize de combate à fome, nos Estados Unidos, e o prêmio Norte-Sul da Comissão Europeia, e de títulos de doutor Honoris Causa de diferentes universidades do mundo. Todos esses prêmios foram recebidos pela defesa de direitos sociais e os discursos de agradecimento nessas cerimônias promoveram valores de solidariedade e direitos sociais: políticas públicas bem sucedidas de combate à pobreza, combate à fome, acesso à educação, respeito a democracia e aos direitos humanos, promoção da paz, cooperação internacional e integração regional.
Os vazamentos ilegais de informações sigilosas foram utilizados, em especial pelo jornal Folha de S. Paulo e pela TV Globo, nos dias 29 e 30 de agosto, para noticiar como concluído um processo ainda em andamento, um desrespeito à própria Receita Federal. Essas matérias tentam distorcer a natureza do Instituto, que busca cumprir os objetivos do seu estatuto promovendo atividades, publicando documentos e organizando reuniões e reflexões na defesa dos direitos sociais. O Instituto mantém contatos com entidades de todo o mundo, recebendo centenas de comitivas estrangeiras e entidades da sociedade civil, estabelecendo parcerias na Europa, África e América Latina, participando de eventos e visitando outras instituições afins, como por exemplo, a Fundação Bill & Melinda Gates, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (nos Estados Unidos), a União Africana (na Etiópia), a Oxfam (na Inglaterra), a Steve Biko Foudantion e a Cosatu (na África do Sul) e inúmeras outras.
O Instituto Lula organizou grandes eventos sobre temas como a integração regional, combate à fome e outras políticas públicas em parceria com entidades nacionais, estrangeiras e multilaterais com participação de atuais e ex-chefes de Estado, ONGs e acadêmicos no Brasil, na sede da União Africana, na sede da Cepal no Chile, na França, entre outros países.
Tudo isso pode ser facilmente verificado nos cinco relatórios sobre as atividades e realizações do Instituto Lula. Eles podem ser consultados por qualquer pessoa na internet emhttp://www.institutolula.org/relatorios.

José Chrispiniano
Assessoria de Imprensa
Instituto Lula

Em tempo: com a maior cara de pau, o Bonner se desmentiu no jornal nacional:

CRISTOVAM, QUE TRAIU ELEITORES, É ESCRACHADO NO CONGRESSO


"Golpista" e "devolve meu voto" foram apenas alguns dos gritos e cartazes que dominaram a 
audiência sobre "Escola sem Partido" na Comissão de Educação na manhã desta quinta-feira 
1º; o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que votou a favor do impeachment de Dilma 
Rousseff nesta quarta-feira 31, precisou encerrar a sessão.

Brasília 247 – O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) não terá sossego depois de ter votado a favor 
do impeachment de Dilma Rousseff nesta quarta-feira 31.
Nesta manhã, ele precisou encerrar a audiência sobre "Escola sem Partido" na Comissão de 
Educação do Senado depois que o plenário foi dominado por manifestantes que gritavam "golpista" e 
"devolve meu voto".
Cartazes também pediam a saída de Michel Temer da presidência e protestavam contra o projeto 
Escola Sem Partido: "Não vai ter mordaça"; "Escola sem partido é ditadura militar, estudante na 
escola tem direito de pensar".
Assista ao vídeo do protesto:

O PAU COMEÇOU A QUEBRAR - RESENHA FOTOGRÁFICA DA POSSE DE TEMER


Pela terceira noite seguida, manifestantes foram às ruas em 15 estados para protestar contra o 
impeachment da presidenta Dilma Rousseff e exigir a saída de Michel Temer.Em São Paulo, o 
grupo se reuniu em frente ao MASP, na Avenida Paulista. Muitos 
manifestantes também pediam a convocação de novas eleições.
Como de costume, a Polícia Militar de Geraldo Alckmin (PSDB) reagiu com violência e tentou 
impedir o ato de seguir pela Rua da Consolação em direção ao Centro. às 20h30, a PM atirou 
bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo contra os manifestantes.








Dois caminhões da tropa de choque, com policiais com armamento pesado, também foram 
chamados. Outro caminhão, armado com canhão d'água, chegou a ser acionado.


Em Brasília, a polícia também agiu com extrema truculência. A caminhada começou na 
Esplanada, em frente ao Ministério da Justiça. Na altura da rodoviária, os policiais atacaram 
com gás de pimenta e cacetetes. Fotógrafos e cinegrafistas também foram ameaçados.




No Rio de Janeiro, o ato reuniu uma multidão no Centro da cidade. O grupo saiu da 
Cinelândia em direção à Assembleia Legislativa.






Ao longo da noite, aconteceram atos pelo Fora Temer também no Rio Grande do Sul, Amapá, 
Espírito Santo, Santa Catarina, Paraíba, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do 
Norte, Rondônia, Pará, Paraná e Ceará



Imagens: G1, Mídia Ninja e Jornalistas Livres.
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DILMA CHAMOU ELES DE FILHOS DA P......



Gurgacz e Telmário Mota, do PDT, na Galeria dos Hipócritas (do Cristóvam)


Acir Gurgacz (PDT/RO) e Telmário Mota (PDT-RR), sugerido por Franco Atirador

O senador Antônio Carlos Valadares (PSB), que votou favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, conseguiu que um cunhado, Eduardo Soares Ribeiro, fosse nomeado como assessor da presidência da Companha de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf)



O senador Roberto Rocha (PSB-MA), que já havia levado uma diretoria do Banco do Nordeste para votar a favor do impeachment, também ganhou cargo na Codevasf

Jessé Souza contextualiza histórico do golpe no Sala de Visitas



Jornal GGN - A edição do "Na sala de visitas com Luis Nassif" desta semana está imperdível, começando pela entrevista com Jessé Souza, professor titular de ciência política na Universidade Federal Fluminense e ex-presidente do IPEA. Jesse acaba de lançar o livro A radiografia do golpe - entenda como e por que você foi enganado. 
O livro foi desenvolvido a partir de uma pesquisa recente sobre as classes sociais que Jesse coordenou na frente do instituto de pesquisa, pouco antes de ser afastado pelo governo interino de Michel Temer. O trabalhou permitiu ao professor contextualizar o histórico do golpe “como produto dos conflitos de classe recentes e como jogo de poder”. Jessé explica ainda a raiz da crise fiscal que abalou o governo Dilma, e os verdadeiros interesses por trás da demonização do estado, como uma estrutura incapaz de oferecer serviços de qualidade. 
Em relação ao golpe, o professor afirma que uma parte da classe média que apoiou a queda da Dilma começa a perceber as consequências negativas da troca abrupta no poder. "Tem uma parte da classe média, estou estudando isso agora, que é liberal e está assustada. Ela foi enganada, [agora] sabe que foi enganada".
Em seguida, Nassif recebe Simão Pedro, candidato a vereador em São Paulo pelo PT e ex-deputado estadual por três mandatos. Simão abordou os novos conceitos de gestão pública municipal destacando seu trabalho a frente da Secretaria de Serviços, na gestão Haddad, onde ajudou a desenvolver uma revolução no tratamento de resíduos sólidos junto a cooperativas de reciclagem geridas por catadores de lixo. O candidato a vereador também falou sobre a expansão das redes de wifi nas praças, os novos telecentros equipados com FabaLabs (laboratórios digitais com impressoras 3D), e o programa Ilumi que ampliou a iluminação publica com lâmpadas LED nas periferias, trazendo impactos direitos na segurança pública. 
Por fim Nassif entrevista a talentosa cantora e compositora Blubell, que apresenta músicas do seu mais recente álbum "Confissões de Camarim". O trabalho é acompanhado por um quarto de músicos que interpretam canções com letras espirituosas que misturam jazz, bolero, pop e rock. 
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GLOBALHAS JÁ COBRAM DE TEMER A FATURA DO IMPEACHMENT


Uma das principais articuladoras do golpe parlamentar de 2016, a Globo já cobra de Michel 
Temer as medidas daquele que considera ser seu próprio governo; entre elas, as reformas 
trabalhista e previdenciária, que flexibilizam direitos dos trabalhadores e ampliam a idade 
mínima de aposentadoria; Globo também cobra a não interferência no caso Eduardo Cunha 
(PMDB-RJ), outro personagem central na trama golpista, e a pacificação com PSDB e DEM – 
que significa seguir uma agenda mais liberal; no Estado de S. Paulo, que também apoiou a 
derrubada de Dilma, são cobradas as "medidas amargas". 

247 – A Globo, mais do que nunca, está no poder. E cobra de seu presidente, Michel Temer, que 
adote as medidas prometidas.
As duas principais reformas exigidas pela família Marinho, na primeira página do Globo, são a 
previdenciária, que pode ampliar para 70 anos a idade mínima de aposentadoria, e a trabalhista, que 
flexibiliza os direitos dos trabalhadores e permite que patrões contratem empregados sem as 
garantias da CLT.
A Globo também cobra de seu presidente que busque a paz na relação com PSDB e DEM, o que 
significa adotar uma agenda mais liberal na economia. Outra demanda, talvez utópica, é que Temer 
não interfira no caso Eduardo Cunha – até porque a interferência vem sendo conduzida por seu 
aliado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, que parece estar disposto a fazer de tudo 
para que Cunha não seja cassado.
Um dia depois do impeachment, o Estado de S. Paulo, que também apoiou a deposição da presidente 
Dilma Rousseff, diz que é chegada a hora das "medidas amargas" na economia. Ou seja: o Brasil, 
cujo PIB caiu 0,6% no trimestre, pode ser preparar para tempos de mais arrocho e recessão, se Temer 
de fato seguir os conselhos de seus principais apoiadores.
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