
"Com sua experiência, [Queiroz] sabe exatamente o que uma operação desse tipo tenta
localizar",
Jornal GGN – O colunista Bernardo Mello Franco chama atenção, nesta quarta (18), para o
tempo dado a Fabrício Queiroz para eventualmente esconder provas que poderiam implicar o
senador Flávio Bolsonaro e seu antigo gabinete no RJ no crime de rachadinha.
Se passaram 14 meses desde o dia em que ele foi exonerado da assessoria do ex-deputado, até
a operação de busca e apreensão em endereços ligados a Flávio.
“O faz-tudo da família Bolsonaro é policial militar aposentado. Com sua experiência, sabe
exatamente o que uma operação desse tipo tenta localizar.”
Pela régua da Lava Jato, Queiroz teria sofrido um pedido de prisão quando as primeiras
informações sobre o caso da rachadinha vieram à tona, justamente para evitar eventual
obstrução de provas.
Jornal GGN – O colunista Bernardo Mello Franco chama atenção, nesta quarta (18), para o
tempo dado a Fabrício Queiroz para eventualmente esconder provas que poderiam implicar o
senador Flávio Bolsonaro e seu antigo gabinete no RJ no crime de rachadinha.
Se passaram 14 meses desde o dia em que ele foi exonerado da assessoria do ex-deputado, até
a operação de busca e apreensão em endereços ligados a Flávio.
“O faz-tudo da família Bolsonaro é policial militar aposentado. Com sua experiência, sabe
exatamente o que uma operação desse tipo tenta localizar.”
Pela régua da Lava Jato, Queiroz teria sofrido um pedido de prisão quando as primeiras
informações sobre o caso da rachadinha vieram à tona, justamente para evitar eventual
obstrução de provas.
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