
De acordo com relato de integrantes da equipe de médicos e de enfermeiros de plantão do
hospital onde foi socorrida a menida Ágatha Feliz, policiais militares invadiram o hospital e
tentaram levar o projétil que a matara a menina.
Na madrugada de 21 de setembro, momentos após a morte da menina Ágatha Félix, de apenas oito
anos, cerca de vinte policiais militares invadiram o Hospital Getúlio Vargas, onde ela havia sido
internada, e tentaram levar a bala que a atingiu.
Apesar da pressão dos PMs, os médicos e enfermeiros de plantão se recusaram a entregar o projétil
que, na sequência, foi entregue à Polícia Civil, responsável pelas investigações.
Segundo reportagem da revista Veja nesta quinta-feira 3, a Delegacia de Homicídios tenta convencer
Segundo reportagem da revista Veja nesta quinta-feira 3, a Delegacia de Homicídios tenta convencer
os integrantes da equipe médica a prestar depoimento sobre a invasão dos policiais. Os profissionais,
no entanto, temem represálias.
Dos 11 policiais militares que estavam nas proximidades do local em que Ágatha foi atingida, apenas
dois aceitaram participar da reprodução simulada do crime, realizada na última terça-feira 1.
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