Ele era o chefe, na Receita, de setor da Lava Jato, a operação que pretendia "limpar" o Brasil.
Mas escondia R$ 230 mil em dinheiro vivo na casa do tio. Tio de Marco Aurélio Canal relatou
em depoimento que guardava valores a pedido do auditor fiscal, preso na Operação Armadeira.
Jornal GGN – Marco Aurélio Canal, auditor fiscal e
ex-chefe de setor da Lava Jato na Receita
Federal, possuía R$ 230 mil em dinheiro vivo na casa do seu tio, João Batista da Silva. Tal
informação foi confirmada por Silva durante depoimento à Polícia Federal. Ambos foram presos no
último dia 02.
Os agentes encontraram R$ 865,9 mil em espécie na casa de João Batista no dia em que a operação
foi realizada, segundo informações do jornal Folha de São Paulo. Desse total, R$ 232 mil pertenciam
a Canal, e lhe foram entregues nos últimos seis meses para pagar o auditor e sua família. As
remessas eram realizadas duas vezes ao mês.
Por conta do volume de dinheiro apreendido, a prisão temporária de João Batista passou a ser
preventiva (sem prazo) por conta da suspeita de atuar na lavagem de dinheiro de Canal com a
realização de operações imobiliárias.
Ex-supervisor nacional da Equipe Especial de Programação da Lava Jato, Marco Aurélio Canal foi
detido pela polícia devido à suspeita de integrar um grupo de servidores que exigiam o pagamento de
propinas para evitar que investigados sofressem sanções tributárias.
Federal, possuía R$ 230 mil em dinheiro vivo na casa do seu tio, João Batista da Silva. Tal
informação foi confirmada por Silva durante depoimento à Polícia Federal. Ambos foram presos no
último dia 02.
Os agentes encontraram R$ 865,9 mil em espécie na casa de João Batista no dia em que a operação
foi realizada, segundo informações do jornal Folha de São Paulo. Desse total, R$ 232 mil pertenciam
a Canal, e lhe foram entregues nos últimos seis meses para pagar o auditor e sua família. As
remessas eram realizadas duas vezes ao mês.
Por conta do volume de dinheiro apreendido, a prisão temporária de João Batista passou a ser
preventiva (sem prazo) por conta da suspeita de atuar na lavagem de dinheiro de Canal com a
realização de operações imobiliárias.
Ex-supervisor nacional da Equipe Especial de Programação da Lava Jato, Marco Aurélio Canal foi
detido pela polícia devido à suspeita de integrar um grupo de servidores que exigiam o pagamento de
propinas para evitar que investigados sofressem sanções tributárias.
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