sexta-feira, 5 de julho de 2019

#MoroSuaCasaCaiu !!! Veja confirma: Moro foi um juiz ladrão


A reportagem de capa da revista Veja que começa a circular nesta sexta-feira confirma que o 
ex-juiz Sergio Moro cometeu crimes na condução da Lava Jato com o objetivo de prender o ex-
presidente Lula e, por consequência, fraudar as eleições presidenciais de 2018
Moro mentiu a Teori Zavascki
Delegada Erika Marena, da PF, diz ao procurador Athayde Ribeiro Costa que, por orientação de Sérgio Moro, não tinha pressa em protocolar a “planilha/agenda” apreendida com a AG Energia; o então juiz sabia da existência da planilha quando foi inquirido por Teori Zavascki, do STF, e mentiu ao ministro ou teria tomado conhecimento da planilha após a inquirição.
247 - Novas revelações do Intercept Brasil apontam que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, mentiu ao ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki para manter um dos casos em Curitiba (PR), onde ele (Moro) julgava os processos da Operação Lava Jato em primeira instância quando era juiz. A reportagem foi publicada em parceria com a Veja.
A conversa era referente ao caso de Flávio David Barra, preso em 28 de julho de 2015, quando presidia a AG Energia, do grupo Andrade Gutierrez. Sua detenção ocorreu na Operação Radioatividade, relacionada a pagamentos de propina feitos por empreiteiras a Othon Luiz Pinheiro da Silva, da Eletronuclear, responsável pela construção da usina nuclear Angra 3.
Em 25 de agosto, a defesa dele pediu ao ministro do STF Teori Zavascki a suspensão do processo tocado pela 13ª Vara de Curitiba sob o argumento de que Moro não tinha competência para julgar o caso por haver indício de envolvimento de parlamentares com foro privilegiado. Um deles seria o então senador Edison Lobão (MDB-MA).
Após a reclamação, Zavascki cobrou explicações de Moro, que diz não saber nada sobre o envolvimento de parlamentares. O então ministro do STF suspendeu as investigações em 2 de outubro e, por consequência, Moro remeteu o caso de Curitiba para Brasília três dias depois.
O fato é que um diálogo registrado no Telegram entre o procurador Athayde Ribeiro Costa e a delegada Erika Marena, da Polícia Federal, evidencia que Moro feriu a equidistância entre magistrado e a parta acusatória. Costa diz precisar com urgência de uma “planilha/agenda” apreendida com Barra que descreve pagamentos a vários políticos. Marena responde que, por orientação de “russo” (Moro), não tinha tido pressa em “eprocar” a planilha (tradução: protocolar o documento no sistema eletrônico da Justiça). “Acabei esquecendo de eprocar”, disse. “Vou fazer isso logo”, complementa.
O diálogo aponta que Moro já sabia da existência da planilha quando foi inquirido por Zavascki e mentiu ao ministro ou teria tomado conhecimento da planilha depois da inquirição de Zavascki e pediu à delegada para “não ter pressa” em protocolar o documento. Ou seja, seria uma manobra tinha como objetivo manter o caso em Curitiba.

Deltan Dallagnol: "Aha, Uhu, o Fachin é nosso"
Um dos diálogos mais escandalosos entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol da reportagem publicada pela revista Veja em parceria com o Intercept nesta sexta-feira (5) é uma referência ao ministro Edson Fachin, do Supremo: "Em 13 de julho de 2015, Dallagnol sai exultante de um encontro com o ministro Edson Fachin e comenta com os colegas de MPF: 'Caros, conversei 45 m com o Fachin. Aha uhu o Fachin é nosso'.
247 - Um dos diálogos mais escandalosos entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol da reportagem publicada pela revista Veja em parceria com o Intercept nesta sexta-feira (5) é uma referência ao ministro Edson Fachin, do Supremo: "Em 13 de julho de 2015, Dallagnol sai exultante de um encontro com o ministro Edson Fachin e comenta com os colegas de MPF: 'Caros, conversei 45 m com o Fachin. Aha uhu o Fachin é nosso'.
A relação da operação Lava Jato com ministros do STF é um dos aspectos mais sensíveis do material do Intercept em parceria com diversos veículos de comunicação. Na divulgação realizada no último dia 12 por Reinaldo Azevedo na Bandnews, foi revelada a frase que passou a perseguir Moro: "In Fux we trust". Outro episódio relacionado ao STF que aparece no material Intercept-Veja é a incrível mentira de Moro ao ministro Teori (leia aqui).
Leia o caso "in Fux we trust":
Em um grupo de procuradores, Dallagnol conta ter conversado "mais uma vez com Fux hoje, reservado, é claro". "O ministro Fux disse quase espontaneamente que Teori Zavascki fez queda de braço com Moro e se queimou, e que o tom da resposta de Moro foi ótimo", escreveu, em referência à repreensão feita por Teori a Moro pelos grampos de Dilma Rousseff.
"Fux disse para contarmos com ele para o que precisarmos, mais uma vez. Só faltou, como bom carioca, chamar-me para ir à casa dele rs", acrescentou. "Mas os sinais foram ótimos, falei da importância de nos protegermos como instituições, especialmente no novo governo", completou.
As mensagens foram encaminhadas por Dallagnol para o então juiz Sérgio Moro, que respondeu, em tom de intimidade. "Excelente, in Fux we trust", escreveu Moro, em inglês, o que pode ser traduzido como "no Fux a gente confia".
"Espero que não proceda", disse Moro sobre possível delação de Eduardo Cunha
Uma nova reportagem do Intercept, desta vez em parceria com a Veja, reforça novamente que o ministro Sérgio Moro (Justiça) tentava interferir no trabalho do MPF-PR; "Espero que não procedam", opina Moro sobre uma eventual delação premiada do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB-RJ)
247 - Uma nova reportagem do site Intercept Brasil, desta vez em parceria com a revista Veja, reforça novamente que o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, tentava interferir no trabalho do Ministério Público Fexderal (MPF-PR) ao dar orientação sobre investigações. Em junho de 2017, Ronaldo Queiroz, procurador da força-tarefa da Operação Lava-Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR), cria um grupo no Telegram com o também procurador Deltan Dalla­gnol para avisar que foi procurado pelo advogado do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, (MDB-RJ), para iniciar uma negociação de delação premiada.
Segundo Queiroz, as revelações poderiam ser de interesse dos procuradores de Curitiba, Rio de Janeiro e Natal, onde corriam ações relacionadas ao político. No dia 5 de julho, o então juiz responsável pelo julgamento dos processos da Lava Jato em primeira instância, Sérgio Moro, questiona Dalla­gnol sobre rumores de uma delação de Cunha, depois que o advogado Délio Lins e Silva Júnior conseguiu marcar reunião com procuradores.
"Espero que não procedam", diz Moro.
Dalla­gnol confirma ao juiz que está programado apenas um encontro com o advogado para que os procuradores tomem conhecimento dos anexos. "Acontecerá na próxima terça. estaremos presentes e acompanharemos tudo. Sempre que quiser, vou te colocando a par", afirma.
Mor reforça seu posicionamento. "Agradeço se me manter (sic) informado. Sou contra, como sabe".
Segundo procuradores, Cunha e o doleiro Lúcio Funaro falariam sobre os mesmos temas, o que tornaria desnecessária as duas colaborações premiadas.
Em 30 de julho, Queiroz afirma que o material é fraco. No dia seguinte, uma mensagem do procurador Orlando SP, provavelmente Orlando Martello Júnior, traz o posicionamento de procuradores da capital paranaense, o mesmo de Moro: "Achamos que o acordo deve ser negado de imediato".
Moro marcou a prisão do almirante Othon
Nova reportagem do The Intercept, desta vez em parceria com a Veja, revela que o ex-juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, marcou a data para a prisão do almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, então presidente da Eletronuclear, responsável pelo programa nuclear brasileiro; Othon foi preso por determinação do juiz Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no Rio de Janeiro, no dia 28 de abril de 2015
247 - A nova reportagem do The Intercept, desta vez em parceria com a Veja, que chega às bancas nesta sexta-feira (5) (leia no Brasil 247), revela que o ex-juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, marcou a data para a prisão do almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, então presidente da Eletronuclear, responsável pelo programa nuclear brasileiro. Othon foi preso por determinação do juiz Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no Rio de Janeiro no dia 28 de abril de 2015.
No diálogo mantido por meio do aplicativo Telegram, datado de 7 de julho de 2015, um dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato, identificado como sendo o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, diz ao delegado da Polícia Federal Igor Romário que Moro teria sugerido que a operação para prender o almirante Othon, que tinha sob sua responsabilidade a construção do submarino nuclear brasileiro que iria patrulhar as águas territoriais do país para proteger o petróleo do pré-sal, fosse deflagrada no dia 20.
“Igor. O Russo [como Sérgio Moro é chamado pelos procuradores] sugeriu a operação do professor para a semana do dia 20”. O delegado Igor Romário responde em seguida: “Opa… beleza… Vou começar a me organizar”. De acordo com a reportagem, o “professor” era o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva; Othon foi preso no dia 28 mediante um mandado de prisão temporária expedido pelo juiz federal do Rio de Janeiro, Sérgio Bretas, pela suspeita de receber R$ 4,5 milhões em propinas da empreiteira Andrade Gutierrez.
Faustão, da Globo, orientou comunicação de Moro e procuradores
Em 7 de maio de 2016, Moro comenta com Dalla­gnol que havia sido procurado pelo apresentador Fausto Silva. Segundo o relato do juiz, o apresentador o cumprimentou pelo trabalho na Lava-Jato, mas deu um conselho: “Ele disse que vcs nas entrevistas ou nas coletivas precisam usar uma linguagem mais simples. Para todo mundo entender. Para o povão. Disse que transmitiria o recado. Conselho de quem está a (sic) 28/anos na TV. Pensem nisso”. Procurado por VEJA, Fausto Silva confirmou o encontro e o teor da conversa entre ele e Moro.
A reportagem Intercept-Veja que chega às bancas nesta sexta-feira revela que o apresentador Fausto Silva orientou a comunicação de Moro e dos procuradores da Lava Jato; numa mensagem, Moro diz a Dallagnol, que Fausto Silva havia aconselhado os integrantes da operação a usarem "linguagem mais simples", "para o povão"
247 - A reportagem Intercept-Veja que veio à luz nesta sexta revela chega às bancas nesta sexta-feira revela que o apresentador Fausto Silva orientou a comunicação de Moro e dos procuradores da Lava Jato; numa mensagem, Moro diz a Dallagnol, que Fausto Silva havia aconselhado os integrantes da operação a usarem "linguagem mais simples", "para o povão"
No diálogo transcrito das mensagens do aplicativo Telegram, datado do dia 7 de maio de 2016, Moro, diz ter sido procurado por Faustão que queria cumprimentá-lo pelo trabalho da Lava Jato. Na ocasião, Moro destaca que o apresentador aconselhou que os integrantes da operação mudassem a linguagem “para todo mundo entender”.
“Ele [Fausto Silva] disse que vcs nas entrevistas ou nas coletivas precisam usar uma linguagem mais simples. Para todo mundo entender. Para o povão. Disse que transmitiria o recado. Conselho de quem está a (sic) 28/anos na TV. Pensem nisso”, escreveu Moro.
Segundo a reportagem, o apresentador Fausto Silva confirmou o encontro e o teor da conversa mantida com Moro.

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