POR FERNANDO BRITO
A parelha Rodrigo Maia-Davi Alcolumbre, na qual o governo Bolsonaro aposta para puxar a pesada
reforma previdenciária no Congresso pode ter ficado manca, hoje, com a revelação da Folha de que o
presidente do Senado, reiteradamente, ocultou seu patrimônio nas declarações de bens apresentadas à
Justiça Eleitoral ao longo de seis eleições, desde 2002.
Procurado várias vezes pelo jornal, ao longo de 15 dias, Alcolumbre não foi capaz de dar nenhuma
Procurado várias vezes pelo jornal, ao longo de 15 dias, Alcolumbre não foi capaz de dar nenhuma
explicação sobre as omissões sucessivas e acaba, por isso, mergulhando na onda de irregularidades
eleitorais que estamos assistindo.
Para quem foi o homem do “voto aberto”, patrimônio oculto certamente não é das melhores coisas
Para quem foi o homem do “voto aberto”, patrimônio oculto certamente não é das melhores coisas
para a imagem e para o discurso “moralizador” que sustentou para tomar o lugar de Renan Calheiros.
O “baixo clero” parlamentar, ao pretender subir para o altar com seu discurso demagógico de
moralidade, esqueceu que era curta a sua batina e, para constrangimento dos que os glorificavam,
não leva muito tempo para que lhes vejam de fora as vergonhas.
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