
A ausência mais lembrada da lista de convidados para a posse de Jair Bolsonaro é a de
Fabrício Queiroz; o ex-assessor de Flávio Bolsonaro pilhado pelo Coaf com movimentação
suspeita de R$ 1,2 milhão, amigo de Jair há 34 anos, não faz parte do rol de 140 nomes da
cerimônia de 1º de janeiro.

Em nova demonstração de alinhamento com a política externa dos Estados Unidos, Jair Bolsonaro (PSL) "desconvidou" mais um país para sua cerimônia de posse, depois de Cuba e Venezuela; "A posse do PR Bolsonaro marcará o início de um governo com postura firme e clara na defesa da liberdade. Com esse propósito e frente às violações do regime Ortega contra a liberdade do povo da Nicarágua, nenhum representante desse regime será recebido no evento do dia 1°", disse o futuro chanceler Ernesto Araújo em seu Twitter; o convite da comunista Coreia do Norte, no entanto, segue confirmado
O anúncio foi feito pelo futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, em seu perfil no Twitter neste domingo (23), justificando as "violações de direitos humanos" por parte do presidente Daniel Ortega contra manifestantes.
"A posse do PR Bolsonaro marcará o início de um governo com postura firme e clara na defesa da liberdade. Com esse propósito e frente às violações do regime Ortega contra a liberdade do povo da Nicarágua, nenhum representante desse regime será recebido no evento do dia 1°", diz o tuíte de Araújo.
Apesar da investida do futuro chanceler, o Ministério de Relações Exteriores convidou representantes da República Democrática Popular da Coreia, a Coreia do Norte, para a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) (leia mais). A Coreira do Norte, que é acusada de violações aos direitos humanos e de não ser uma democracia se aproximou recentemente dos Estados Unidos.
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