
Um dos traços mais problemáticos no perfil dos médicos brasileiro é o baixo interesse pela
medicina da família, setor crucial para toda e qualquer política de saúde pública. Quase 70%
das vagas para este tipo de atuação estão vagas. O desinteresse é proporcional à necessidade:
nos últimos cinco anos, o número de vagas para a especialidade cuja principal função é prestar
cuidados de saúde e prevenir doenças de uma comunidade cresceu mais de 260%, de 991 para
3.587.


A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "apesar da ampliação, dados do Ministério da Educação obtidos pela Folha mostram que a adesão a esse modelo ainda é baixa. Neste ano, de 3.587 vagas autorizadas para ingresso na residência em medicina da família, só 1.183 foram preenchidas —33%."
Para especialistas, além da questão cultural, o problema ocorre devido à baixa remuneração desses profissionais e à baixa atratividade da carreira na atenção básica. Foi exatamente esse déficit logístico e profissional que fez com que os Programa Mais Médicos procurasse parceria para ter profissionais cubanos nos últimos anos.A matéria ainda relata que "em alguns casos, a baixa adesão, somada à falta de preceptores, nome dado aos médicos designados para orientar os residentes, já faz com que parte das vagas disponíveis nem sejam ofertadas.
Inicialmente, o objetivo do Mais Médicos era ampliar as vagas nesta especialidade como estratégia para aumentar equipes dispostas a atuar nas unidades básicas de saúde.
Hoje, o país tem 6.000 especialistas em medicina da família e comunidade, menos de 2% do total de médicos."
medicina da família, setor crucial para toda e qualquer política de saúde pública. Quase 70%
das vagas para este tipo de atuação estão vagas. O desinteresse é proporcional à necessidade:
nos últimos cinco anos, o número de vagas para a especialidade cuja principal função é prestar
cuidados de saúde e prevenir doenças de uma comunidade cresceu mais de 260%, de 991 para
3.587.
Para especialistas, além da questão cultural, o problema ocorre devido à baixa remuneração desses profissionais e à baixa atratividade da carreira na atenção básica. Foi exatamente esse déficit logístico e profissional que fez com que os Programa Mais Médicos procurasse parceria para ter profissionais cubanos nos últimos anos.A matéria ainda relata que "em alguns casos, a baixa adesão, somada à falta de preceptores, nome dado aos médicos designados para orientar os residentes, já faz com que parte das vagas disponíveis nem sejam ofertadas.
Inicialmente, o objetivo do Mais Médicos era ampliar as vagas nesta especialidade como estratégia para aumentar equipes dispostas a atuar nas unidades básicas de saúde.
Hoje, o país tem 6.000 especialistas em medicina da família e comunidade, menos de 2% do total de médicos."
Nenhum comentário:
Postar um comentário