
A quantidade de dióxido de carbono na atmosfera bateu um novo recorde de 405,5 partes por
milhão em 2017, acima dos 403,3 ppm em 2016, sem sinais de reversão na tendência, disse a
Organização Meteorológica Mundial em seu Boletim Anual de Gases de Efeito Estufa; 'Sem
cortes rápidos no CO2 e outros gases do efeito estufa, as mudanças climáticas terão impactos
cada vez mais destrutivos e irreversíveis sobre a vida na Terra. A janela de oportunidade de
ação está quase fechada", disse o secretário-geral da OMM, Petteri Taala.
Reuters - A quantidade de dióxido de carbono na atmosfera bateu um novo recorde de 405,5 partes
por milhão em 2017, acima dos 403,3 ppm em 2016, sem sinais de reversão na tendência, disse a
Organização Meteorológica Mundial em seu Boletim Anual de Gases de Efeito Estufa.
"A ciência é clara. Sem cortes rápidos no CO2 e outros gases do efeito estufa, as mudanças
"A ciência é clara. Sem cortes rápidos no CO2 e outros gases do efeito estufa, as mudanças
climáticas terão impactos cada vez mais destrutivos e irreversíveis sobre a vida na Terra. A janela de
oportunidade de ação está quase fechada", disse o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, em um
comunicado.
A OMM afirmou que a taxa de crescimento está em linha com a taxa média de crescimento na última
década.
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