sexta-feira, 19 de outubro de 2018

BRASIL FAKE: Marqueteiro tucano diz que teve oferta de whatsapp ilegal


O meios para o crime cometido por aqueles que compraram “disparos” em massa no aplicativo 
Whatsapp estavam disponíveis.
A um partido ao menos – o PSDB – foram oferecidos, como registra Sílvia Amorim, em O Globo
Com testemunhas e a narrativa de uma delas, o publicitário Marcelo Vitorino, responsável pela área 
de comunicação digital da campanha de Geraldo Alckmin:
O consultor de marketing digital da campanha presidencial de Geraldo Alckmin(PSDB), Marcelo 
Vitorino, relatou ao GLOBO que participou de reunião em que uma empresa ofereceu ao partido a 
entrega de disparo de mensagens por WhatsApp para até 80 milhões de pessoas, usando cadastro de 
terceiros, o que é proibido por lei.
A oferta do serviço, segundo ele, foi feita pelo presidente da empresa DOT Group, Luiz Alberto 
Ferla, num encontro na sede do PSDB em Brasília em 11 de julho, antes do início da campanha 
eleitoral. Segundo o PSDB, o serviço não foi contratado. A DOT Group nega que tenha oferecido o 
disparo de mensagens usando um cadastro de eleitores que não fosse o do partido.
A reunião era com o PSDB Mulher, presidido pela ex-governadora do Rio Grande do Sul Yeda 
Crusius. Participaram também advogados, sócios do marqueteiro de Alckmin, Lula Guimarães, 
Vitorino, Yeda e assessores
– Ele falou que tinha uma base de contatos de até 80 milhões de pessoas para a qual poderia fazer 
disparos – disse Vitorino.
A ilegalidade da operação, mesmo paga pelo partido, fez o PSDB recuar da proposta. Empresários 
‘bolsonaristas” que chegam ao cúmulo de gravar vídeos coagindo o voto de seus empregados 
recuariam?

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