
Após a facada, campanha de Jair Bolsonaro vai se concentrar agora nas redes sociais.
Parece óbvio, mas, não apenas por causa do atentado.
Porque o Bolsonaro tem uma poderosíssima operação de propaganda na redes instalada nos Estados
Unidos, provavelmente na área de Miami, Flórida, onde militam milionários de diversas
nacionalidades, lavadores de dinheiro muitos deles, brasileiros inclusive.
Os cérebros ali conectados operaram em outras atividades políticas na Argentina (onde venceram as
eleições), na Colômbia (onde venceram), no Equador (venceram), no México (perderam) e na
Venezuela (onde esperam ganhar, breve).
Não será difícil, chegar à matriz dessa azeitada articulação: os serviços de inteligência americanos.
Porque é bom não esquecer.
Bolsonaro é um entreguista pró-americano muito mais descarado que o Alckmin (o Amoedo não
conta..., apesar de ponderações do Professor A).
O Posto Ipiranga Paulo Guedes é ainda mais americanófilo que sua dileta aluna Elena Landow e os
banqueiros tucanos que se apresentaram nessa campanha: Andre Haras Resende, Edmar Bracher,
Armínio Naufraga e Pérsio Arida.
Eles são pró-americanos e contra a China: o que soa como violino em Washingtom.
Bolsonaro já disse que deixará os americanos comprarem terras no Brasil, sem restrições, e vai
impedir que chineses façam o mesmo...
Por trás da virulência de Bolsonaro pousa uma ave de rapina: a águia de cabeça branca, símbolo dos
Estados Unidos.
Bolsonaro não precisa da Globo!
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