sexta-feira, 7 de setembro de 2018

O QUE HÁ DE PIOR DO JORNALISMO BRASILEIRO TENTOU EMPAREDAR O HADDAD E QUEBROU A CARA !!! ASSISTA !


"Miriam Leitão, Merval Pereira e, em ordem decrescente de empáfia, Gerson Camarotti, 
Cristiana Lôbo, Fernando Gabeira e Heraldo Pereira portaram-se, ao receber Fernando 
Haddad, como padres inquisidores", diz o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; "Não apenas 
interrompiam", como também "exigiam adesão às suas teses políticas e econômicas e exigiam 
'confissões de culpa'". Interromperam Haddad 30 vezes na GloboMews! Merval tossiu 
para esconder a surra!
Desenvolveu-se na imprensa brasileira uma prática que a Globo leva, quando interessa, ao extremo.
Quando passaram a dar o nome de “sabatina” às entrevistas com os candidatos a cargos públicos, era
simples consequência que os entrevistadores tomassem a si o papel de “professores” oniscientes e 
prontos a dar “certo ou errado” às respostas. Ou, como maus mestres, fazerem perguntas do tipo 
“pegadinha” para constranger o interlocutor.
Já era ruim. Mas ontem, na Globonews, o que se viu com (ou contra) Fernando Haddad foi pior.
Miriam Leitão, Merval Pereira e, em ordem decrescente de empáfia, Gerson Camarotti, Cristiana 
Lôbo, Fernando Gabeira e Heraldo Pereira portaram-se, ao receber Fernando Haddad, como padres 
inquisidores.
Não apenas interrompiam raciocínios e respostas – coisa comum para quem acha irrelevante o que o 
outro diz – como exigiam adesão às suas teses políticas e econômicas e exigiam “confissões de 
culpa”.
Haddad foi “tranquilão”, como sempre e deu bons nós nos seus inquisidores, sem perder a linha ou 
tergiversar nas questões essenciais.
Acabou ficando na posição simpática do sujeito que sofre uma tentativa de linchamento e escapa 
dela sem reproduzir a selvageria.
Era visível o constrangimento de Merval Pereira diante da reversão da pergunta sobre a recusa da 
lava Jato em ouvir o advogado Rodrigo Tacla Durán, chamando-o de “foragido”, mesmo sabendo 
que a Justiça espanhola recusou-se a extraditá-lo, por sua dupla cidadania, e que a Interpol o retirou 
O programa, apesar do desempenho de Haddad, foi lamentável para o jornalismo.
Os que deveriam deixar serem ouvidas as opiniões do candidato, afinal, tornaram-se exegetas da 
“Ordem Política, Econômica e Social”.
Ao menos, quebraram a cara.

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