
Recentemente o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), defendeu uma aliança entre o
PT e o PDT, o que foi refutada pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR); apesar
do impasse, o pré-candidato Ciro Gomes diz, em entrevista nesta segunda-feira (14), que
respeita o tempo do PT, mas ‘há um país que precisa ser salvo de uma agenda ‘antipobre’ e
antinacional’; ele afirma que tem conversado com muitas legendas, mas com um limite, o
MDB, que “precisa ser extinto pelo caminho da democracia”
Bahia 247 – O pré-candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, ainda tem esperança de entrar em
acordo com o PT, a maior legenda de centro-esquerda do país. Porém, é sabido que existe um
impasse sobre coligar ou não.
Recentemente, o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), levantou a possibilidade de uma
aliança entre os dois grupos. A declaração dele rapidamente repercutiu entre os petistas e foi
veementemente refutada pela presidente nacional da legenda, senadora Gleisi Hoffmann (PT).
Em entrevista a Osvaldo Lyra, do Tribuna da Bahia (leia aqui), Ciro gomes diz que respeita o tempo
Em entrevista a Osvaldo Lyra, do Tribuna da Bahia (leia aqui), Ciro gomes diz que respeita o tempo
do PT, “respeito o momento traumático que eles estão vivenciando, mas há um país com 207 milhões
de pessoas que precisa ser salvo de uma agenda impopular, ‘antipobre’ e antinacional gravíssima que
não pode ser legitimada nesse instante”.
Presidenciável diz que está conversando com praticamente todas as legendas, mas com um limite:
Presidenciável diz que está conversando com praticamente todas as legendas, mas com um limite:
“Meu único limite que já está explícito é o MDB. Considero que o MDB precisa ser extinto pelo
caminho da democracia”.
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