
"A Guerra da Síria pode estar caminhando para o fim, depois de quase 7 anos de conflito, mais
de 12 milhões de refugiados, mais de 400.000 mortos e 2 milhões de feridos. Recebo com
esperança a notícia de que os grupos terroristas, financiados e armados pelos EUA e Arábia
Saudita, que contrololam Ghouta Oriental estão sofrendo várias derrotas com o avanço do
exército sírio", diz a correspondente Lúcia Helena Issa; "há algo muito claro hoje para mim
nessa Guerra, da qual estive tão perto: de um lado, jovens soldados de um exército que luta
para retomar seu próprio país e sua soberania, e de outro, mercenários pagos pelos EUA,
Arábia Saudita e outros países para tentar derrubar um presidente e promover uma
carnificina".
Por Lúcia Helena Issa, em seu facebook– Amigos, a Guerra da Síria pode estar caminhando para o
fim, depois de quase 7 anos de conflito, mais de 12 milhões de refugiados, mais de 400.000 mortos e
2 milhões de feridos. Recebo com esperança a notícia de que os grupos terroristas, financiados e
armados pelos EUA e Arábia Saudita, que contrololam Ghouta Oriental estão sofrendo várias
derrotas com o avanço do exército sírio. Os sírios retomaram a cidade de Mudira, na região central
de Ghouta Oriental, que é basicamente um enclave dominado por terroristas. Terroristas armados e
fortalecidos por Trump e pelos sauditas na tentativa de de dominar um país rico em gás natural e não
alinhado aos interesses norte - americanos.
Ghouta está, segundo amigos que estão na fronteira entre o Líbano e a Síria, dividida entre os que
apoiam o exército sírio e os grupos terroristas financiados pelo Ocidente e pelos sauditas. Não, não
existem guerras boas e nem guerras humanitárias. Depois de tudo o que testemunheii no Oriente
Médio, de tanta dor e tantas perdas, sei que apenas os fabricantes de armas amam as guerras e amam
a MORTE .
Não há guerra justa e nem há um lado desse conflito que não tenha cometido crimes contra a
Não há guerra justa e nem há um lado desse conflito que não tenha cometido crimes contra a
humanidade.
Mas há algo muito claro hoje para mim nessa Guerra, da qual estive tão perto: de um lado, jovens
Mas há algo muito claro hoje para mim nessa Guerra, da qual estive tão perto: de um lado, jovens
soldados de um exército que luta para retomar seu próprio país e sua soberania, ainda que cometendo
muitos erros, e de outro, mercenários pagos pelos EUA, Arábia Saudita e outros países para tentar
derrubar um presidente e promover uma carnificina tendo como objetivo o roubo de riquezas
naturais e o extermínio de um povo. Mercenários transformando a linda Síria no maior e mais triste
matadouro de crianças do mundo.
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