
Zucolotto, Moro, Sanuel Rosa e Rosângela
O último despacho de Sergio Moro ao TRF 4 para impedir que a defesa de Lula ouça Tacla Duran é revelador do sentimento do juiz em relação ao ex-advogado da Odebrecht.
Transcrevo um trecho:
“Aliás, referido acusado foragido já prestou declarações graves e desacompanhadas de provas contra a pessoa do ora magistrado e contra os Procuradores da República em Curitiba, com intuito, por ele mesmo declarado, de gerar impedimentos jurídicos, o que não contribui para sua credibilidade”.
Algumas evidências que já foram expostas pelo próprio Tacla em matérias que Moro chama de “descuidadas” (as boas são as que a Lava Jato emplaca com os amigos da mídia) e em seu depoimento à CPI da JBS:
1. Foto periciada de conversa nada republicana de Zucolotto com Tacla Durán.
Conversa periciada de Tacla e Zucolotto
2. Rosângela recebeu pagamento nominal por serviço prestado a Tacla Durán, conforme documento obtido pela Receita Federal e em mãos do MPF-PR.
3. Tacla Durán possui duas perícias relacionadas aos documentos dos sistemas Drousys, MyWebDay, além do Meinl Bank.
4. Perícias também mostram que os sistemas da Odebrecht foram fraudados ANTES, DURANTE e DEPOIS do bloqueio pelas autoridades.
Moro menciona apenas os procuradores em Curitiba e não Marcelo Miller, de Brasília, alvo de acusações pesadas de Tacla Durán.
Sem querer, entregou Deltan Dallagnol, possivelmente o “DD”, e Carlos Fernando dos Santos Lima. comentaristas de redes sociais.
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