
O casting da Globo não dá um dentro. Depois de Willian Waack fazer feio, agora é Guga
Chacra — aquele otário da Globonews que não sabe pentear o cabelo.
O jornalista Guga Chacra, comentarista de temas internacionais na Globonews, foi repreendido nas
redes sociais pela cônsul da Polônia Katarzyna Braiter depois de dizer que a marcha pelo Dia da
Independência no país, neste fim de semana, teve a manifestação de 60 mil supremacistas que
defenderam uma Europa branca.
Katarzyna afirmou que as informações eram Fake News (falsas) e que ofendiam os poloneses e
Katarzyna afirmou que as informações eram Fake News (falsas) e que ofendiam os poloneses e
informou que uma carta do embaixador polonês seria enviada à redação da Globo contra os excessos
do colunista.
“O senhor culpa todos os participantes por excessos somente de alguns”, disse. Em uma nova
“O senhor culpa todos os participantes por excessos somente de alguns”, disse. Em uma nova
postagem, Guga Chacra disse ter sido alvo de um “gigantesco ataque” por ter condenado o nazismo,
a supremacia branca, o racismo e o antissemitismo” e declarou que “um fascista distorceu” seu post.
Ato contínuo, Guga Chacra bloqueou a cônsul em suas redes sociais.
A ofensa de Guga Chacra ao povo da Polônia foi um dos assuntos mais comentados do Twitter na
tarde desta terça-feira (14).
Voltemos a Willin Waack. O jornalista “caiu” semana passada devido à repercussão das imagens nas
quais aparece dizendo “é coisa de preto”, durante uma transmissão ao vivo. Os Marinho resolveram
afastá-lo da bancada do Jornal da Globo.
Evidentemente que o caso de Guga é menos gravidade que o de Waack, que teve o componente
racismo — crime inafiançável aos olhos do Código Penal.
Portanto, o comentarista internacional Guga Chacra deve ter sido acometido por uma “preguiça
intelectual” que o impossibilitou de analisar cuidadosamente os quadros histórico e político da
Polônia. Desídia não é crime, mas dela originou uma baita Fake News — o padrão Globo de jornalismo.
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