terça-feira, 14 de novembro de 2017

QUE FASE, GLOBO! #FAKE NEWS


O casting da Globo não dá um dentro. Depois de Willian Waack fazer feio, agora é Guga 
Chacra — aquele otário da Globonews que não sabe pentear o cabelo.

O jornalista Guga Chacra, comentarista de temas internacionais na Globonews, foi repreendido nas 
redes sociais pela cônsul da Polônia Katarzyna Braiter depois de dizer que a marcha pelo Dia da 
Independência no país, neste fim de semana, teve a manifestação de 60 mil supremacistas que 
defenderam uma Europa branca.
Katarzyna afirmou que as informações eram Fake News (falsas) e que ofendiam os poloneses e 
informou que uma carta do embaixador polonês seria enviada à redação da Globo contra os excessos 
do colunista.
“O senhor culpa todos os participantes por excessos somente de alguns”, disse. Em uma nova 
postagem, Guga Chacra disse ter sido alvo de um “gigantesco ataque” por ter condenado o nazismo, 
a supremacia branca, o racismo e o antissemitismo” e declarou que “um fascista distorceu” seu post. 
Ato contínuo, Guga Chacra bloqueou a cônsul em suas redes sociais.
A ofensa de Guga Chacra ao povo da Polônia foi um dos assuntos mais comentados do Twitter na 
tarde desta terça-feira (14).
Voltemos a Willin Waack. O jornalista “caiu” semana passada devido à repercussão das imagens nas 
quais aparece dizendo “é coisa de preto”, durante uma transmissão ao vivo. Os Marinho resolveram 
afastá-lo da bancada do Jornal da Globo.
Evidentemente que o caso de Guga é menos gravidade que o de Waack, que teve o componente 
racismo — crime inafiançável aos olhos do Código Penal.
Portanto, o comentarista internacional Guga Chacra deve ter sido acometido por uma “preguiça 
intelectual” que o impossibilitou de analisar cuidadosamente os quadros histórico e político da 
Polônia. Desídia não é crime, mas dela originou uma baita Fake News — o padrão Globo de jornalismo.

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