PMDB dos Picciani golpistas se esfarela no Rio
POR FERNANDO BRITO
Durou pouco a esperança dos servidores públicos do Rio de Janeiro de terem ao menos “menos
atrasados” os seus pagamentos.
O presidente da Assembléia Legislativa do Estado, Jorge Picciani, foi recebido no aeroporto para ser
O presidente da Assembléia Legislativa do Estado, Jorge Picciani, foi recebido no aeroporto para ser
conduzido coercitivamente a depor pela PF. Seu filho – não o ministro do Esporte, Leonardo, mas o
caçula, Felipe – foi preso. Mais dois deputados – Paulo Mello, ex-presidente da Assembleia, e Edson
Albertassi, indicado para o Tribunal de Contas – também estão sendo levados à polícia. E os
empresários de ônibus, libertados por Gilmar Mendes, voltam à cadeia. Um terceiro, que está em
Portugal, teve a extradição negada pela Justiça portuguesa.
Como Picciani é o fiador da manutenção de Pezão no Governo do Estado, um governante sem
qualquer vestígio de autoridade, o edifício em ruínas estremece.
A família Maia, Rodrigo e Cesar, olham, salivantes, a situação.
O PMDB do Rio não apenas está entrando pelo cano, depois de mais de uma década de poder. Está
mesmo entrando em cana.
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