Quatro dos cinco governadores de oposição juramentaram o cargo na ANC. Oposicionistas
haviam se recusado a reconhecer a ANC, mas quatro dos cinco eleitos juramentaram cargo no
órgão; Maduro disse que vai se reunir com eles. O Presidente Nicolás Maduro Moros
conclamou os partidos aliados a ¨ativar de maneira unitária a preparação para eleição de
prefeitos e prefeitas que ocorrerá nos próximos meses. Conclamo o bloco oficialista a atuar de
forma unificada para garantir o triunfo em todos municípios da pátria.¨
A Venezuela caminha para 24º eleição em 18 anos. A data deve
ser 10 de dezembro de 2017.
Quatro dos cinco governadores de oposição eleitos na semana passada na Venezuela juramentaram seus cargos na noite desta segunda-feira (23/10) na Assembleia Nacional Constituinte (ANC). Até então, líderes oposicionistas haviam se recusado a reconhecer a ANC. Todos os eleitos pelo partido chavista já haviam juramentado o cargo.
A governadora eleita de Táchira, Laidy Gómez, o de Anzoátegui, Antonio Barreto Sira; o de Mérida, Ramón Guvera; e o de Nova Esparta, Alfredo Díaz, foram empossados pela presidente da ANC, Delcy Rodríguez. Os quatro são membros do partido Ação Democrática. Somente o eleito por Zulia, Juan Pablo Ganipa, membro da Voluntad Popular, ainda se recusa a tomar posse na ANC.
“É um feito incontestável, aqui estão as câmeras, se juramentaram aqui. Juramentariam respeitar as leis, a soberania, a integridade territorial de Venezuela e não causar sofrimento ao povo venezuelano”, afirmou Rodríguez, durante a cerimônia de posse.
"Muito em breve vou me reunir com estes quatro governadores (...). Espero a maior boa vontade, são governadores que o povo elegeu e com os quais nos corresponde trabalhar”, afirmou o presidente do país, Nicolás Maduro, durante encontro com os eleitos pelo partido do governo.
Segundo as leis venezuelanas, os eleitos devem tomar posse nas Assembleias Legislativas de cada Estado e, também, na Assembleia Nacional Constituinte.
Eleições
No último dia 15 de outubro, as eleições para governador de estados venezuelanos deram ampla vitória ao PSUV (Partido Socialista Unificado da Venezuela), que ganhou em 18 de 23 regiões.
Nestas eleições, 18.099.391 venezuelanos estavam habilitados para votar, nos 13.559 centros de votação instalados por todo o país. As urnas abriram às 6:00 da manhã, com a ativação de 99% dos centros de votação.
O resultado foi validado por observadores internacionais, que consideraram que o pleito “ocorreu de maneira bem-sucedida e que a vontade dos cidadãos expressada pacificamente nas urnas foi respeitada”, conforme afirmou o presidente do Conselho de Especialistas eleitorais da América Latina, Nicanor Moscoso, na semana passada.
Trump
Segundo Maduro, os resultados das eleições são uma "mensagem brutal" para o mandatário norte-americano, Donald Trump. "O nosso povo deu uma mensagem brutal ao governo imperialista de Donald Trump, aos seus aliados regionais e à direita local", disse Maduro, na semana passada, durante um encontro com a imprensa internacional no palácio presidencial de Miraflores.
Para Maduro, o resultado é "produto da consciência que tem o povo da Venezuela" e assegurou que, apesar da profunda crise econômica que o país atravessa há três anos, hoje "há novos valores" sob o comando da chamada revolução bolivariana.
"Não será uma guerra econômica nem uma inflação induzida que fará com que este país se renda", disse.
A governadora eleita de Táchira, Laidy Gómez, o de Anzoátegui, Antonio Barreto Sira; o de Mérida, Ramón Guvera; e o de Nova Esparta, Alfredo Díaz, foram empossados pela presidente da ANC, Delcy Rodríguez. Os quatro são membros do partido Ação Democrática. Somente o eleito por Zulia, Juan Pablo Ganipa, membro da Voluntad Popular, ainda se recusa a tomar posse na ANC.
“É um feito incontestável, aqui estão as câmeras, se juramentaram aqui. Juramentariam respeitar as leis, a soberania, a integridade territorial de Venezuela e não causar sofrimento ao povo venezuelano”, afirmou Rodríguez, durante a cerimônia de posse.
"Muito em breve vou me reunir com estes quatro governadores (...). Espero a maior boa vontade, são governadores que o povo elegeu e com os quais nos corresponde trabalhar”, afirmou o presidente do país, Nicolás Maduro, durante encontro com os eleitos pelo partido do governo.
Segundo as leis venezuelanas, os eleitos devem tomar posse nas Assembleias Legislativas de cada Estado e, também, na Assembleia Nacional Constituinte.
Eleições
No último dia 15 de outubro, as eleições para governador de estados venezuelanos deram ampla vitória ao PSUV (Partido Socialista Unificado da Venezuela), que ganhou em 18 de 23 regiões.
Nestas eleições, 18.099.391 venezuelanos estavam habilitados para votar, nos 13.559 centros de votação instalados por todo o país. As urnas abriram às 6:00 da manhã, com a ativação de 99% dos centros de votação.
O resultado foi validado por observadores internacionais, que consideraram que o pleito “ocorreu de maneira bem-sucedida e que a vontade dos cidadãos expressada pacificamente nas urnas foi respeitada”, conforme afirmou o presidente do Conselho de Especialistas eleitorais da América Latina, Nicanor Moscoso, na semana passada.
Trump
Segundo Maduro, os resultados das eleições são uma "mensagem brutal" para o mandatário norte-americano, Donald Trump. "O nosso povo deu uma mensagem brutal ao governo imperialista de Donald Trump, aos seus aliados regionais e à direita local", disse Maduro, na semana passada, durante um encontro com a imprensa internacional no palácio presidencial de Miraflores.
Para Maduro, o resultado é "produto da consciência que tem o povo da Venezuela" e assegurou que, apesar da profunda crise econômica que o país atravessa há três anos, hoje "há novos valores" sob o comando da chamada revolução bolivariana.
"Não será uma guerra econômica nem uma inflação induzida que fará com que este país se renda", disse.
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