Protestos pró-Dilma foram 'atos de guerrilha', diz o Psicopata Alexandre de Moraes
Cotado para o Ministério da Justiça de um governo Michel Temer (PMDB), o secretário de
Segurança de São Paulo, Alexandre de Moraes, classificou os protestos contra o impeachment da
presidente Dilma Rousseff na manhã desta terça (10) de "atos de guerrilha": "Eu não diria que
foram manifestações. Foram atos que não configuram uma manifestação porque não tinham
nada a pleitear. Tinham, sim, a atrapalhar a cidade"; segundo ele, os protestos são “fogo de palha”; “até porque o pequeno número de manifestantes demonstra isso, e, se eles se tornarem
violentos, serão tratados como criminosos, não como manifestantes", disse, em sinal de dura
repressão num eventual governo Temer.
247 - Cotado para o Ministério da Justiça em um eventual governo de Michel Temer (PMDB), que
deve ser fundido com a Secretaria de Direitos Humanos, o secretário de Segurança de São Paulo,
Alexandre de Moraes, classificou os protestos contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff
na manhã desta terça (10) de "atos de guerrilha".
"Eu não diria que foram manifestações. Foram atos que não configuram uma manifestação porque
"Eu não diria que foram manifestações. Foram atos que não configuram uma manifestação porque
não tinham nada a pleitear. Tinham, sim, a atrapalhar a cidade. Eles agiram como atos de guerrilha.
Nós vamos identificar [as pessoas], porque há atitude criminosas, inclusive colocando em risco
outras pessoas, como no caso da 23 de Maio e em outros locais onde pneus foram queimados", disse
o secretário do governo Alckmin (PSDB).
Nesta terça-feira, manifestantes da Frente Brasil Popular bloquearam várias vias na capital paulista
em manifestações.
Em um evento no Comando-Geral da Polícia Militar, ele afirmou ainda que os atos são “fogo de
Em um evento no Comando-Geral da Polícia Militar, ele afirmou ainda que os atos são “fogo de
palha”, “até porque o pequeno número de manifestantes demonstra isso, e, se eles se tornarem
violentos, serão tratados como criminosos, não como manifestantes."
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