Jornal GGN - João Baptista Lima Filho, dono da fazenda em Duartina (SP) invadida pelo Movimento
dos Sem Terra, é amigo do vice-presidente Michel Temer desde os anos 80, e chegou a ser seu
assessor na Secretaria de Segurança de São Paulo, quando comandada pelo peemedebista. De acordo
com a Folha de S. Paulo, o coronel atua como assessor informal do vice e frequenta ainda hoje seu
escritório em São Paulo. A assessoria do vice diz que ele usa a fazenda como um local de refúgio e
descanso.
A fazenda Esmeralda está registrada no nome do coronel e da Argeplan Arquitetura e Engenharia,
A fazenda Esmeralda está registrada no nome do coronel e da Argeplan Arquitetura e Engenharia,
sendo que, nos anos 90, tanto Lima como a empresa contribuíram para campanhas de Temer. Em
abril, uma reportagem mostrou que um engenheiro da Engevix, José Antunes Sobrinho, afirmou aos
investigadores da Lava Jato que a Argeplan ganhou uma obra na usina de Angra 3 por influência de
Temer.
Michel Temer e coronel de fazenda invadida são amigos desde anos 80
Dono da fazenda invadida pelo MST em Duartina (SP), o coronel João Baptista Lima Filho é amigo
Michel Temer e coronel de fazenda invadida são amigos desde anos 80
Dono da fazenda invadida pelo MST em Duartina (SP), o coronel João Baptista Lima Filho é amigo
do vice-presidente, Michel Temer (PMDB), desde os anos 80. Lima foi assessor de Temer na
Secretaria de Segurança de São Paulo, então comandada pelo peemedebista.
Em 1989, Lima comprou sua primeira área rural.
O coronel atua como assessor informal do vice, frequentando ainda hoje seu escritório em São Paulo.
Temer, por sua vez, usa a fazenda de Duartina como um refúgio. Segundo sua assessoria, era lá que
Em 1989, Lima comprou sua primeira área rural.
O coronel atua como assessor informal do vice, frequentando ainda hoje seu escritório em São Paulo.
Temer, por sua vez, usa a fazenda de Duartina como um refúgio. Segundo sua assessoria, era lá que
o vice descansava durante a campanha de 2014.
A fazenda está registrada no nome de Lima e da Argeplan Arquitetura e Engenharia. O coronel
tornou-se sócio dessa empresa em 2011, com 50% de participação. Em 2014, sua aposentadoria era
de cerca de R$ 15 mil.
Nos anos 90, tanto Lima como a Argeplan contribuíram para as campanhas de Temer à Câmara. Em
Nos anos 90, tanto Lima como a Argeplan contribuíram para as campanhas de Temer à Câmara. Em
1994, a empresa doou a ele ao menos R$ 100 mil (R$ 490 mil em valores atualizados).
O sócio de Lima na empresa Argeplan, o arquiteto Carlos Alberto Costa, confirmou a ligação antiga
O sócio de Lima na empresa Argeplan, o arquiteto Carlos Alberto Costa, confirmou a ligação antiga
que ele e o coronel têm com Temer.
"Temos uma amizade pessoal e familiar com o Michel, exclusivamente isso."
Em abril, reportagem da revista "Época" revelou que um engenheiro da Engevix, José Antunes
"Temos uma amizade pessoal e familiar com o Michel, exclusivamente isso."
Em abril, reportagem da revista "Época" revelou que um engenheiro da Engevix, José Antunes
Sobrinho, disse aos investigadores da Lava Jato que a Argeplan ganhou uma obra de R$ 162 milhões
na usina de Angra 3 por influência de Temer, e subcontratou a Engevix para dar conta do trabalho.
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