segunda-feira, 11 de abril de 2016

“DAMA DE COMPANHIA DE TEMER" ESCANCARA: É DILMA VS TEMER


Para Moreira Franco, não há traição na postura de Temer.  Como disse o Ciro, Temer sempre 
foi o capitão do Golpe!

Moreira Franco: ‘A disputa agora é entre Dilma e Temer’ 

BRASÍLIA — A uma semana da votação do impeachment no plenário da Câmara, Moreira Franco, o 
político mais ligado ao vice-presidente da República, assume que a disputa agora é entre Dilma 
Rousseff e Michel Temer. Apesar de estabelecer essa divisão, Moreira reconhece que nenhuma das 
partes conseguirá governar, sem um amplo entendimento que tire o país da atual crise econômica. E, 
pela primeira vez, anuncia que, no caso da “vitória” de Temer, o PMDB vai manter os programas 
dos governos do PT, como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e Pronatec.

O que está em jogo neste momento?
A oportunidade de mudar os rumos da economia, de estancar a crise social e de recuperar a capacidade de governar da máquina federal, dos estados e dos municípios. É o que sustenta a disputa entre Dilma e o Brasil. Para ganhar, Temer tem que ter o voto de 2/3 do eleitorado (deputados federais) e não só maioria simples; Dilma só tem que evitar que este número seja alcançado. É uma disputa desigual.

Por que a existência desta disputa?
O que há é uma imposição constitucional sob regras definidas pelo STF, o processo de impeachment foi aberto na Câmara. As razões decorrem porque, além da manipulação exagerada de verbas orçamentárias e da maquiagem fiscal, o governo está inviabilizando a economia do país, os governos municipais e estaduais e as esperanças da nação de ter garantidos tranquilidade e crescimento. Hoje, 285 brasileiros perdem o emprego por hora, os 40 milhões que melhoraram de vida já perderam as conquistas obtidas, a inflação cresce e os juros sobem, a produção cai, e milhares de empresas fecham as suas portas. Não há segurança jurídica, credibilidade nem propostas do governo para tirar o país da crise. Ao contrário, para evitar o impeachment ele aumenta os gastos e compromete o futuro do país.

Não é traição o vice disputar com a titular?

Não. Essa disputa está definida na Constituição Federal, é pois respeitá-la. Antes da decisão da Câmara e do STF sobre a instalação e os seus ritos, não houve nenhuma ação, palavra ou gesto do Temer que o envolvesse neste processo. Ele fez questão de manter seu papel institucional com rigor. Mesmo com o PMDB, e ele é o seu presidente, tendo manifestado sua inconformidade com os rumos que o governo dava à gestão econômica, financeira e administrativa do país.
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