Ao confirmar pela primeira vez que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é investigado
pela Operação Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol também divulgou o fato que motivou
a abertura de inquérito; a representação inicial foi apresentada por um parlamentar tucano, o
deputado Major Rocha (PSDB-AC), a partir de uma reportagem da revista Veja sobre uma
suposta delação de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, que não se materializou; a partir daí,
a representação foi rejeitada pelos Ministérios Públicos de São Paulo e do Distrito Federal até
ser encaminhada pelo procurador-geral Rodrigo Janot à força-tarefa paranaense; no fim de
semana, na festa de 36 anos do PT, Lula afirmou que MP se subordina aos interesses políticos
de alguns veículos de comunicação.
247 – Nesta segunda-feira, o procurador Deltan Dallagnol confirmou, pela primeira vez, que o ex-
presidente Luiz Inácio Lula da Silva está sendo investigado no âmbito da Operação Lava Jato (leia
mais aqui).
Dallagnol respondia a uma manifestação da defesa de Lula, que arguiu que o ex-presidente estaria
Dallagnol respondia a uma manifestação da defesa de Lula, que arguiu que o ex-presidente estaria
sofrendo dupla investigação decorrente dos mesmos fatos: uma pelo MP federal, no caso da Lava
Jato, e outra pelo MP estadual de São Paulo.
Ao defender que Lula seja investigado pela Lava Jato, Dallagnol argumentou que as ações são
Ao defender que Lula seja investigado pela Lava Jato, Dallagnol argumentou que as ações são
distintas e também apontou a origem do inquérito.
Ele nasceu a partir de uma representação apresentada por um parlamentar tucano, chamado Major
Ele nasceu a partir de uma representação apresentada por um parlamentar tucano, chamado Major
Rocha (PSDB-AC), a partir de uma reportagem de Veja sobre uma suposta delação premiada de Léo
Pinheiro, ex-presidente da OAS, que acabou não se materializando.
A representação tucana foi primeiramente rejeitada pelo Ministério Público de São Paulo, que alegou
A representação tucana foi primeiramente rejeitada pelo Ministério Público de São Paulo, que alegou
não ter competência para investigar fatos relacionados à Lava Jato. De São Paulo, seguiu para o
Ministério Público do Distrito Federal, que também afirmou não ser competente para o caso. De lá,
subiu para o gabinete do procurador-geral Rodrigo Janot, de onde foi encaminhada para a força-
tarefa da Lava Jato.
No último fim de semana, na festa de 36 anos do PT, o ex-presidente Lula afirmou que a oposição é
hoje formada por dois "partidos", Globo e Veja, e também acusou integrantes do Ministério Público
de se subordinarem aos interesses políticos e econômicos desses meios de comunicação (leia mais
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