“Dá-se uma credibilidade absoluta à
palavra do delator, que na verdade está delatando pura e simplesmente para se ver livre de
prisões”. “[O delator] Delata e fala o que as autoridades queiram que ele delate e fale”, afirma
Mariz.
Pior é que, a prevalecer este absurdo, estará inaugurada uma nova forma de roubar o Estado e sair,
Pior é que, a prevalecer este absurdo, estará inaugurada uma nova forma de roubar o Estado e sair,
praticamente impune: delate seu cúmplice ou algum outro dirigente público ou político que
desagrade e sobre quem você possa colocar suspeitas ao gosto da mídia.
E sair livre, só com uma pulserinha no tornozelo, para gozar as mansões, lanchas e outros apetrechos
que lhe sobraram, depois que você devolveu parte do roubo.
Aproveite, é por pouco tempo, porque alguém vai acabar acordando para isso e os tribunais,
amedrontados pela ditadura pró-Moro que impera na mídia e vai por fim a esta festa imoral.
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