quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

EDUARDO CAMPOS NÃO IA LONGE...


Bláblárina chora copiosamente sobre o caixão de Eduardo. Quem era o dono do jatinho? O 
que tem a dizer Youssef e Paulo Roberto Costa?

A FAB divulgou hoje o resultado da investigação sobre o desastre com o jatinho sem dono que 
matou Eduardo Campos.
O cansaço do piloto, as brigas com o co-piloto, o tempo - tudo isso deve ser levado em conta.
Mas, isso, não vai ao centro o desastre que conduziu Campos e sua candidata a vice, a Blablárina 
malandrina pelo país afora, em campanha presidencial.
Na História do Capitalismo Ocidental esse é o unico jatinho de US$ 20 milhões que não tem dono !
Uma bola de ping-pong tem dono, uma boia salva-vidas tem dono, um Iphone Apple tem dono, um 
apartamento na praia de Boa Viagem no Recife tem dono.
Mas, o jatinho do Eduardo e da Bláblárina não tem.
Por quê ?
Porque a PF do zé não descobre.
A PF do zé também nao descobre quem grampeou o mictório do Youssef nem quem vendeu delação 
ao Andre Esteves.
A PF do zé serve é para peitar preso e ameaçá-lo com a prisão da mulher, como se mostra em"assim 
se faz uma delação premiada".
Um escândalo !
Mas, não se sabe quem é o dono do jatinho, porque o Eduardo Campos veio para o lado de cá.
Ele se candidatou pela Direita, na companhia da Direita "sustentabilista"...
Por isso, o jatinho não tem dono.
Porque a sustentabilista pode vir a ser a única candidata da Casa Grande em 2018.
Por isso o jatinho não tem nem terá dono, nunca !
Mas, com a reprodução dos trechos anexos de duas "reportagens" vazadas, o Conversa Afiada, em 
nome do esclarecimento da verdade - afinal, a História do Capitalismo Ocidental não pode ser 
maculada dessa forma - faz uma sugestão aos investigativos repórteres do PiG, esses profissionais do 
vazo: que tal perguntar ao Youssef e ao Paulo Riberto Costa quem é o dono do jatinho ?
Talves eles saibam.
Eles sabem quase tudo, não isso, Dr Moro ?


Blablá (com discreto xale) e Campos saem do jatinho sem dono. Paulo Roberto e Campos, 
numa boa!

No Diário de Pernambuco:
O doleiro Alberto Yousseff afirmou em depoimento da delação na Operação Lava-Jato que o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) - morto em acidente aéreo em agosto do ano passado - recebeu entre 2010 e 2011 R$ 10 milhões de propina por meio de contrato com a Conest. Formado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, o consórcio era responsável pela execução de obras da Refinaria de Abreu e Lima. Ainda de acordo com Youssef, a propina destinada a Eduardo Campos ocorreu para o governo de Pernambuco não criar dificuldades nas obras.
No Estadão:
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa afirmou em depoimento da delação premiada dos autos da Operação Lava Jato que intermediou em 2010 o pagamento de R$ 20 milhões para o caixa 2 de campanha de Eduardo Campos (PSB), então candidato à reeleição ao governo de Pernambuco – Campos foi reconduzido ao cargo com 80% dos votos.
Segundo Paulo Roberto Costa, o operador da transação foi o ex-ministro Fernando Bezerra, da Integração Nacional do governo Dilma Rousseff (PT), eleito senador pelo PSB de Pernambuco e ex-braço direito de Campos.

Paulo Henrique Amorim

Em tempo: o Brasil ainda aguarda que a Ministra Ana Arraes, do Tribunal das Contas - esse egregio tribunal que tem a honra a hospedar o Ministro Nardes, que aparece nesse documento da Zelotes - que a Ministra expeça um voto em separado e revele quem era o dono do jatinho de seu filho.

Em tempo2: quem vai indenizar as vítimas do desastre do jatinho? O Itaúúú? Embora não enfrente o tema central - quem é o dono do jatinho -, o Globo ajuda a desmascarar o virtuoso de Pernambuco. Falta fazer o mesmo com sua vice, a malandrina.

Embora não enfrente o tema central - quem é o dono do jatinho -, o Globo ajuda a desmascarar virtuoso de Pernambuco. Falta fazer o mesmo com sua vice, a malandrina.

Análise: Futuro político de Eduardo Campos estaria em xeque

RIO - A classe política é unânime em reconhecer que a morte de Eduardo Campos, em plena campanha eleitoral de 2014, representou a perda de um político com futuro promissor, que despontava como forte candidato à Presidência em 2018. Essa unanimidade, porém, poderia ruir se o líder pernambucano fosse confrontado em vida com as investigações da Operação Lava-Jato.
Campos construiu sua trajetória em Pernambuco, herdando a força política do avô Miguel Arraes e comandando com mão de ferro o PSB. Na campanha de 2014, tentou levantar a bandeira da esperança, aliada à ética na política, reforçada pela imagem da ex-senadora Marina Silva, vice em sua chapa.
Conhecido como negociador hábil e duro, Campos teria de usar essas habilidades para enfrentar as denúncias de delatores da Lava-Jato, que dizem ter repassado a ele milhões de reais em propina por contratos da Refinaria Abreu e Lima, da Petrobras, em Pernambuco.
O executivo da Camargo Corrêa, Dalton Avancini afirmou, em maio do ano passado, que a empreiteira pagou R$ 8,7 milhões em propina para a campanha do socialista ao governo de Pernambuco. Segundo ele, isso aconteceu por meio de um contrato fictício com a empresa Master Terraplanagem junto ao consórcio CNCC, da Refinaria Abreu e Lima, liderado pela Camargo Corrêa.
O doleiro Alberto Youssef também afirmou ter repassado propina para Campos.
Essas suspeitas dificilmente serão esclarecidas, e a morte de Campos deixou órfãos políticos.
O PSB, desde então, não conseguiu usufruir do protagonismo que ganhou desde as eleições municipais de 2012, quando chegou ao comando de cerca de 400 prefeituras e deu impulso à candidatura presidencial do pernambucano. Seu grupo no estado também se ressente de brilho político desde sua morte.
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