
O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) afirma que se o presidente da Câmara, Eduardo
Cunha (PMDB-RJ), insistir na manobra de colocar em votação um projeto que permite o
lançamento de chapas avulsas para a comissão do impeachment, incorrendo assim em crime de
desobediência à ordem judicial, podendo até mesmo ser preso pelo ato; “Se isso ocorrer, nós
estamos prontos para denunciar a manobra junto à Procuradoria Geral da República e ao
próprio STF para que tomem as medidas cabíveis. Dessa vez, a tentativa de mudar as regras
do jogo com a partida em andamento, patrocinada pela oposição em conluio com Eduardo
Cunha, pode levar o presidente da Câmara à prisão”, alertou Damous. o presidente da
Câmara pretende discutir o projeto do líder do DEM na Casa, Mendonça Filho (PE), que
altera o regimento interno para prever as candidaturas avulsas
247 - O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) afirma que se o presidente da Câmara, Eduardo
Cunha (PMDB-RJ), insistir na manobra de colocar em votação um projeto que permite o lançamento
de chapas avulsas para a comissão do impeachment, incorrendo assim em crime de desobediência à
ordem judicial, podendo até mesmo ser preso pelo ato.
“Se isso ocorrer, nós estamos prontos para denunciar a manobra junto à Procuradoria Geral da
“Se isso ocorrer, nós estamos prontos para denunciar a manobra junto à Procuradoria Geral da
República e ao próprio STF para que tomem as medidas cabíveis. Dessa vez, a tentativa de mudar as
regras do jogo com a partida em andamento, patrocinada pela oposição em conluio com Eduardo
Cunha, pode levar o presidente da Câmara à prisão”, alertou Damous.
Tanto ele quanto o também deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) classificaram como "afronta,
casuísmo e desrespeito" a tentativa da oposição com apoio de Cunha de burlar a decisão do
Supremo, que considerou ilegal o lançamento de candidatura avulsa para a eleição dos membros da
Comissão Especial do impeachment.
“Qualquer tentativa de driblar a decisão do STF será considerada por nós do PT um golpe, um
casuísmo e uma desobediência à ordem judicial. Se preciso for vamos ao STF denunciar essa
manobra tantas vezes quantas forem necessárias, porque ao que parece não há limites da parte dos
golpistas que agora tentam algo jamais visto, afrontar uma decisão do STF e o próprio Estado
Democrático de Direito”, afirmou Pimenta.
Cunha pretende discutir o projeto do líder do DEM na Casa, Mendonça Filho (PE), que altera o
regimento interno para prever as candidaturas avulsas. "Se estão querendo forçar a mão para
atropelar a decisão do Supremo e afastar a presidente Dilma sem provas, vai cair no Supremo de
novo", afirmou o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams.
________________________________________
Nenhum comentário:
Postar um comentário