quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

MP E A PF TÊM UM LIMITE: A CAVERNA DO PSDB


E se o Fernando Bezerra falar, Ataulpho? E se ele jogar pedra na Bláblá?

O Ataulpho Merval de Paiva teve uma epifania, ao acompanhar as atividades da “Operação 
Catilinárias”, que, depois de um século de espera pelo fracasso retumbante, foi à casa do Cunha.
Ataulpho descreve seu êxtase” na colona do Globo: 
“… não há limites, a não ser os da lei, para a ação do MP e da PF”.
Claro, grampear mictório de preso e vender ao Esteves a delação do Cerveró são duas das atividades 
“legais” da PF.
E o MP?
O Grandis MP?
O MP que esquece na gaveta o processo que ia incriminar o Tarja Preta?
E o Dr Janot, que não vai a Furnas, nem depois que o Rogério Correia lhe entregou em mãos a Lista 
autenticada?
O Ataulpho, como sempre, toma a parte (que lhe interessa) pelo todo.
O MP e a PF têm, sim, um limite.
E não é o da lei.
É o da preferência política.
É o limite que o Moro determinou: o “Não vem ao caso”.
É o limite dos umbrais da caverna do PSDB.
Para a PF e o MP, dentro da caverna tem um Ciclope perigosíssimo e não convém despertá-lo.
Pode provocar a ira da Casa Grande.
E o Moro, MP, a PF e o Ataulpho tem um respeito religioso pelos dogmas da Casa Grande.
Menos, Ataulpho, menos…
E se o Delcídio falar do Preciado ?
E se o Tiaguinho Cedraz falar de seus clientes no STJ?
Em tempo: você se esqueceu de citar o senador Fernando Bezerra, Ataulpho. O Senador também 
recebeu uma visitinha da PF em Petrolina. E se ele revelar quem é o dono do jatinho? E se o Bezerra 
enlamear o Eduardo Campos e sua vice, a Bláblárina, que, a seu tempo, você celebrou em suas 
homilias?

Paulo Henrique Amorim
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