Um dia depois de a Câmara aprovar a grana suja das empresas nas campanhas ...
17 meses depois, Gilmar Mendes libera voto sobre financiamento privado de campanhas
Um ano e cinco meses depois de pedir vista, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal
Federal (STF), liberou nesta quinta feira seu voto sobre a contribuição de campanha por parte de
empresas. Ele pediu vista do processo em abril de 2014 e, por ter demorado para concluir o voto,
recebeu a crítica contundente de entidades defensoras da reforma política. Agora, caberá ao
presidente do tribunal, ministro Ricardo Lewandowski, marcar a data para a retomada do julgamento.
Quando o julgamento foi interrompido, seis dos onze ministros do STF já tinham votado pelo fim da
Quando o julgamento foi interrompido, seis dos onze ministros do STF já tinham votado pelo fim da
possibilidade de pessoas jurídicas injetarem dinheiro em campanhas eleitorais. Defenderam a
mudança Luiz Fux, relator do processo; Joaquim Barbosa, já aposentado; Dias Toffoli, que também é
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Luís Roberto Barroso; Marco Aurélio Mello e
Lewandowski.
Havia apenas um voto a favor da possibilidade da contribuição de empresas, do ministro Teori
Zavascki. Além de Gilmar, outros três ministros ainda votarão: Celso de Mello, Cármen Lúcia e
Rosa Weber. Se ninguém mudar de ideia, as empresas ficarão impedidas de contribuir para
campanhas e candidatos nas eleições de 2016.
campanhas e candidatos nas eleições de 2016.
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