sexta-feira, 11 de setembro de 2015

DELEGADO JOSÉLIO TRAPALHÂO VAZOU PARA REVISTA DA GLOBO, MAS NÂO COMUNICAOU NADA PARA LULA


Questionado por jornalistas sobre o pedido feito ao Supremo Tribunal Federal pelo delegado 
Josélio Azevedo de Sousa, da Polícia Federal, para ouvi-lo no âmbito da Lava Jato, mesmo sem 
ter provas, o ex-presidente afirmou, de Buenos Aires: "eu não sei como comunicaram a você e 
não me comunicaram. É uma pena"; assessoria de imprensa do Instituto Lula informou que o 
ex-presidente não teve acesso ao documento, que foi divulgado nesta sexta-feira pela imprensa, 
e lembrou que o pedido é "de um delegado da PF", e não da corporação; o STF confirmou o 
pedido para ouvir Lula e disse que ele foi encaminhado ao ministro Teori Zavascki, a quem 
caberá decidir sobre os próximos passos

247 – Em viagem pela Argentina, o ex-presidente Lula afirmou a jornalistas nesta sexta-feira 11 não 
ter sido comunicado sobre o pedido de um delegado da Polícia Federal ao STF para ouvi-lo no 
âmbito da Operação Lava Jato.
"Eu não sei como comunicaram a você e não me comunicaram. É uma pena", disse Lula, conforme 
vídeo publicado pelo jornal O Globo. No documento, o delegado Josélio Azevedo de Sousa admite 
não ter provas contra o petista.
A assessoria de imprensa do Instituto Lula destacou que o pedido é "de um delegado da PF" e não da 
corporação, e informou que o ex-presidente não teve acesso ao documento, que foi divulgado nesta 
sexta pelo site da revista Época.
O delegado afirma no pedido que, apesar de não haver provas diretas contra Lula, acredita que deve 
haver investigação para apurar se o ex-presidente foi beneficiado no esquema de corrupção da 
Petrobras investigado pela PF e pelo Ministério Público.
O STF confirmou o pedido para ouvir Lula e disse que ele foi encaminhado ao ministro Teori 
Zavascki, a quem caberá decidir sobre os próximos passos. O delegado também pediu ao Supremo 
para ouvir os ex-ministros Gilberto Carvalho, Ideli Salvatti e José Dirceu, além do presidente 
nacional do PT, Rui Falcão, e dos ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli e José Eduardo 
Dutra.
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