sexta-feira, 11 de setembro de 2015

AS DESCULPAS DOS CUZÔES


Quando os empresários Marcelo Melsohn e João Locoselli gritaram publicamente que o ex-
ministro Guido Mantega era “ladrão, palhaço, sem-vergonha” o vídeo virou “febre” na 
internet. Agora, segundo noticia Monica Bergamo, na Folha, ambos foram bem quietinhos se 
desculpar, dizendo que agiram “irrefletidamente” e que o ex-ministro é ” “probo, honesto e 
digno”. Diz o jornal que Mantega, , um homem civilizado, vai aceitar o pedido de desculpas e 
perdoar a seus ofensores. Tudo bem, é mesmo isso que homens de bem devem fazer, porque 
rancor é algo próprio de almas miúdas. Mas o advogado de Mantega, José Roberto Batocchio 
poderia propor uma retratação nos mesmos moldes da ofensa. Um vídeo, no Youtube, onde 
Melsohn e Locoselli dissessem isso da mesma forma em que o chamaram de “ladrão, palhaço, 
sem-vergonha. 

Leia a nota de Monica Bergamo: PERDÃO, GUIDO MANTEGA

Os dois empresários que gritaram palavrões, em junho, para o ex-ministro da Fazenda Guido
Mantega, dizendo que ele era “ladrão”, “palhaço” e “sem-vergonha”, acabam de se retratar. Diante
de queixa-crime por injúria, calúnia e difamação, eles procuraram o advogado do ex-ministro, José
Roberto Batochio, e propuseram acordo. Mantega assinou ontem os dois pedidos de desculpas,
concedendo aos empresários seu “perdão”, exigência da lei para que a ação judicial seja suspensa.
Marcelo Melsohn disse na retratação que estava no restaurante Trio, na Vila Olímpia, no dia 28 de
junho, quando “irrefletidamente” ofendeu o ex-ministro. Afirma estar arrependido e diz reconhecer
que Mantega é “probo, honesto e digno”. João Locoselli afirma que nada sabe sobre o economista
que “possa desaboná-lo em sua vida pública”.


Jornal GGN - Petra Laszlo, cinegrafista que foi flagrada agredindo refugiados durante 
cobertura na Hungria, publicou carta assumindo responsabilidade pelo ocorrido e pedindo 
desculpas. Ela diz que ficou em pânico quando viu centenas de refugiados romperem a 
barreira policial. "Fiquei com medo. É difícil tomar decisões certas quando se está em pânico". 
Petra trabalhava para a emissora N1TV e foi demitida após o episódio.

"Não sou uma cinegrafista racista e sem coração"

Húngara demitida após agredir migrantes na fronteira diz ter entrado em pânico quando centenas
romperam barreira policial. Em carta publicada em jornal, ela pede desculpas e assume
responsabilidade pelo ocorrido.
A cinegrafista húngara que foi demitida nesta semana da emissora em que trabalhava após ter sido
flagrada agredindo migrantes em Röszke, perto da fronteira da Hungria com a Sérvia, se desculpou
publicamente. Numa carta publicada no jornal conservador de direita húngaro Magyar Nemzet, a
cinegrafista tenta justificar sua atitude.
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