
Ex deputado Estadual do Pará pelo PT, Zé Maria, é o nome mais cotado para substituir Bacelar na Superintendência do INCRA em Santarém.
A Operação Madeira Limpa, da PF, causou um estrago na política em Oriximiná. Luiz Bacelar Guerreiro Filho, o gerente executivo do Incra em Santarém, preso hoje, participou de grande reunião de seu partido, o PMDB, no sábado, quando se colocou - com o apoio do deputado federal José Priante - candidato a presidente do diretório municipal e pré-candidato à prefeitura de Oriximiná.
Agora, sob esses holofotes nada recomendáveis, é pouco provável que seu nome resista. Além da ação perante a Justiça Federal a que vai responder, o Incra já o afastou do cargo e instaurou procedimento administrativo a fim de apurar responsabilidades.
O superintendente substituto do Ibama no Pará, Alex Lacerda de Souza, não só colaborou com a Operação Madeira Limpa, da Polícia Federal, como também já providenciou o afastamento do gerente executivo do órgão em Santarém e outro técnico ambiental concursado, que foram presos hoje. Um processo investigativo disciplinar será instaurado. Ambos podem ser punidos até com demissão.
Só dois mandados de prisão da Operação Madeira Limpa não foram cumpridos e dois madeireiros estão foragidos. Os servidores federais presos são Francisco Elias Cardoso do Ó, João Batista, José Maurício e Álvaro Pimentel, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente(IBama), em Belém e Adriano Minello e Luiz Bacelar Guerreiro Júnior, do Incra. Foram apreendidos carros de luxo, jet skis, documentos e computadores. O grupo é acusado de coação, receptação qualificada de madeira, subtração de bem público, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa, falsidade ideológica, estelionato e crimes ambientais.
De acordo com o MPF, a quadrilha concentrava os negociantes de créditos florestais fictícios (os “papeleiros”) e empresas que recebiam a madeira extraída ilegalmente, também atuava diretamente com o desmatamento, sob a permissão de servidores do Incra, inclusive vendendo informações privilegiadas sobre fiscalizações realizadas por órgãos ambientais e liberação irregular de empresas com pendências nessas instituições.
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Agora, sob esses holofotes nada recomendáveis, é pouco provável que seu nome resista. Além da ação perante a Justiça Federal a que vai responder, o Incra já o afastou do cargo e instaurou procedimento administrativo a fim de apurar responsabilidades.
O superintendente substituto do Ibama no Pará, Alex Lacerda de Souza, não só colaborou com a Operação Madeira Limpa, da Polícia Federal, como também já providenciou o afastamento do gerente executivo do órgão em Santarém e outro técnico ambiental concursado, que foram presos hoje. Um processo investigativo disciplinar será instaurado. Ambos podem ser punidos até com demissão.
Só dois mandados de prisão da Operação Madeira Limpa não foram cumpridos e dois madeireiros estão foragidos. Os servidores federais presos são Francisco Elias Cardoso do Ó, João Batista, José Maurício e Álvaro Pimentel, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente(IBama), em Belém e Adriano Minello e Luiz Bacelar Guerreiro Júnior, do Incra. Foram apreendidos carros de luxo, jet skis, documentos e computadores. O grupo é acusado de coação, receptação qualificada de madeira, subtração de bem público, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa, falsidade ideológica, estelionato e crimes ambientais.
De acordo com o MPF, a quadrilha concentrava os negociantes de créditos florestais fictícios (os “papeleiros”) e empresas que recebiam a madeira extraída ilegalmente, também atuava diretamente com o desmatamento, sob a permissão de servidores do Incra, inclusive vendendo informações privilegiadas sobre fiscalizações realizadas por órgãos ambientais e liberação irregular de empresas com pendências nessas instituições.
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