quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Ministro Levy, o lucro dos bancos não é “sexy e divertido”? Bradesco, Santander e Itaú lucram R$ 12 bi entre abril e junho


Somados, Itaú, Bradesco e Santander, maiores bancos privados do país, tiveram lucro líquido 
contábil de R$ 12,1 bilhões de abril a junho. O crédito continua crescendo, mas em ritmo 
moderado. Executivos dos bancos esperam um crescimento na inadimplência nos próximos 
meses, graças ao aumento do desemprego e menor disponibilidade de renda.

Diz o Valor que “o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez hoje um discurso mais direto em defesa
da presidente Dilma Rousseff e do ajuste fiscal” ,afirmando que o governo e a presidente estão
assumindo um risco de popularidade para tomar medidas que “são necessárias para o país voltar a
crescer”.
Não há dúvidas que melhorar a situação das finanças públicas leva a incorrer, necessariamente, em
restrições nada simpáticas, exatamente como disse Levy, ao falar que “as medidas não são sexy nem
divertidas, mas que precisam ser tomadas”.
Mas seria bom que o Ministro apontasse onde foi que, até agora, não foram “sexies” ou “divertidas”
para os grupos financeiros.
Será que o Itaú e o Bradesco não acharam “sexy e divertido” terem apresentado, no segundo
trimestre de 2015, crescimento de 23,3% 18,4%, respectivamente, eu seus lucros?
Parte deles, claro, vem de auferirem como nunca ganhos brutais com a elevação das taxas públicas
de juros, que elevam o endividamento do país, refreiam a atividade econômica e contraem ainda
mais o consumo popular, pelo encarecimento do crédito ao consumidor.
Mas foram e estão sendo parte do desgaste sofrido pela Presidenta Dilma Rousseff.
Principalmente porque, ao lado do fracasso em votar as desonerações tributarias, a recuperação de
ativos brasileiros no exterior e a ausência de projetos tributando capitais e fortunas gigantescas,
sobrou-lhe o papel de vetar o saco de “bondades” que, rapidamente, Eduardo Cunha e Renan
Calheiros providenciaram para ampliar as despesas públicas. Providenciaram e providenciam, como
na “bomba” de estréia da tal “pauta-bomba”.
A população precisa saber da finalidade do ajusto e não, como afirmou o ministro, que “não adianta
falar em agenda pós-­ajuste se o ajuste não estiver completo”. Não, ministro, não se pode dizer ao
povo “vem comigo, que depois te conto”, sobretudo quando se trata de ir ao sacrifício.
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Um comentário:

HORIOSVALDO DA SILVA disse...

Bancos lucram bilhões mas demitem graças ás tecnologias celular internet etc enquanto a indústria despenca-pois átrás de 01 10 100-1.000.000-trabalhadores autonomos profissionais liberais etc tem ás vezes ÚM ÚNICO EMPREENDEDOR etc então enfâse nos MICROS MINIS MACROS EMPREENDEDORISMOS isto é antes dos milhões de empregos tem que ter empreendedor
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pois para eliminar ou diminuir o tal DESEMPREGO INFLAÇÃO HIPER INFLAÇÃO etc nunca jamais foi implodindo o SETOR PÚBLICO com SERVIDORES AJUDAS PROGRAMAS SOCIA IS e ou com JUROS TAXAS BANCÁRIAS acima de=300%=900%=enquanto a inflação anual é menos de=09%=isto é pura AGIOTAGEM OFICIAL
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pois pegam do BNDES TESOURO NACIONAL IMPOSTOMETROS BANCO CENTRAL DO BRASIL BANCO DO BRASIL CEF etc á juros quase zero ao ano para pagar mas por mil anos e emprestam aos outros mais de 99,999% da população brasileira por mais de=300%=900%=ao ano assim é facil para se tornar bilionário do dia para a noite mas isto é só acessí vel mas só para menos de 00,001% da população brasileira os tais amigos do rei do poder
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pois isto já tentaram de=1964á1994=JUROS=ESTRATOSFÉRICOS=para eliminar com a INFLAÇÃO DESEMPREGO etc áliás só aumentou mais ainda o DESEMPREGO e até chegar mos á HIPERINFLAÇÃO de 50%mensalmente e hoje estamos dando mas os mesmos remédios mas só para ENRIQUCER mais ainda os BANQUEIROS os ESPECULADORES FINAN CEIROS
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aonde vai fazendo do outro lado com que se tornem MINDINGOS todos os micros minis macros EMPREENDEDORES os quais PRODUZEM FABRICAM DÃO EMPREGOS, álias u ma vez EMPREENDEDOR sempre EMPREENDEDOR isto é geralmente o EMPREENDEDOR por vontade própria nunca jamais se aposenta pois sempre se preocupam com a vida dos que estão na sua total dependencia, os seus dezenas milhares milhões de colaboradores