terça-feira, 25 de agosto de 2015

Gilmar, um dos três patéticos, insiste em Golpe


É o bloco dos Três Sozinhos

Secretaria da Fazenda que cometeu calote fiscal investiga 
campanha de Dilma para Gilmar

Bem que o Ricardo Melo os chamou de patéticos e o Mauricio Dias analisou a composição 
tucanense do TSE. O Ministro (sic) cria do FHC não desiste

Jornal GGN - Não bastando o despacho encaminhando "indicativos de ilícitos" nas contas da presidente Dilma Rousseff, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, pediu agora a ajuda da Secretaria de Fazenda de São Paulo para investigar indícios de irregularidades de outra empresa, no pagamento de R$ 1,6 milhão para a campanha da presidente. A empresa, segundo Gilmar Mendes, foi aberta apenas dois meses antes das eleições.
A pedido de Gilmar, a pasta do governo de Geraldo Alckmin encaminhou as informações de que a empresa Angela Maria do Nascimento Sorocaba-ME foi aberta em agosto de 2014 e, em um mês, emitiu notas fiscais eletrônicas no valor de R$ 3,7 milhões sem pagar impostos. Também foi informado pela Secretaria que desse total, R$ 1,6 milhão foi emitido em nome da campanha de Dilma.
Curiosamente, a mesma pasta que encaminhou todas as informações para Gilmar Mendes é hoje comandada por Renato Villela. Se por um lado, a Secretaria da Fazenda está fornecendo materiais para o ministro do TSE questionar as contas de Dilma, como mais uma tentativa de pedido de impedimento do seu governo, além das próprias pedaladas fiscais já em julgamento pelo Tribunal de Contas da União, o secretário de Alckmin seria também o responsável pelas "pedaladas fiscais" no atraso do pagamento das Notas Fiscais Paulistas.
Villela é economista, ex-secretário-adjunto do Tesouro e foi subsecretário de Fazenda da prefeitura do Rio de Janeiro. Em julho deste ano, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo, Roque Citadini, denunciou o calote da pasta estadual aplicado no consumidor, ao mudar as regras do programa da Nota Fiscal Paulista.
Em meio à crise econômica, para compensar a queda na arrecadação, Villela decidiu adiar os créditos que seriam liberados para o consumidor em outubro, além de penalizar os repasses, que caíram de 30% para 20% (http://bit.ly/1Mjz1th).
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