Posição rígida da liderança racha movimento e grupos independentes convocam manifestação
para questionar a falta de água no dia 11; no ato desta sexta-feira (7), apenas 200 pessoas
promoveram o casamento simbólico entre o prefeito e uma grande catraca dourada; 900
policiais cercavam a prefeitura para evitar danos ao prédio; pela primeira vez o ato foi
encerrado sem que o MPL divulgasse a data da próxima manifestação.
247- O Movimento do Passe Livre, que reuniu apenas 200 manifestantes na sexta-feira (6) em São
Paulo, proibiu a pauta da críse hídrica em suas manifestações. Movimento mirou exclusivamente no
prefeito Fernando Haddad, ‘casado’ com catraca. Diante do veto, outros coletivos decidiram fazer uma
manifestação independente.
Desde o segundo protesto do anoalguns grupos que apoiam o MPL veem pedindo que a crise da água
Desde o segundo protesto do anoalguns grupos que apoiam o MPL veem pedindo que a crise da água
seja incluída na pauta dos atos. Mas o MPL está irredutível e no sétimo ato convocado neste ano, com
concentração em frente à Prefeitura de São Paulo, impôs a agenda do aumento da tarifa do transporte
de R$ 3 para R$ 3,50 como demanda única. E vetou qualquer outro tipo de discussão, além de focar
ações no prefeito.
Para deixar claro o foco dos protestos, na semana o MPL marchou até a casa de Hadad, na zona sul.
Ontem o grupo fez um “casamento” entre um boneco do prefeito (de terno) e uma catraca dourada
(com véu branco).
Na abertura do ato, a líder Mayara Vivian fez questão de avisar disse que a manifestação não estava
aberta para outras demandas.
No dia 11, os grupos independentes farão uma manifestação própria, contra a crise hídrica, no Masp.
No dia 11, os grupos independentes farão uma manifestação própria, contra a crise hídrica, no Masp.
O protesto desta sexta-feira foi pacífico, A chuva esvaziou o ato, que contou com pingados 200
participantes, número quase cinco vezes menor do que o contingente de 900 policiais postados em
frente à prefeitura. O protesto foi pacífico.
A concentração começou às 17 horas, na Prefeitura. Às 19h15, o grupo começou a caminhar pela
Líbero Badaró, no centro, e fechou a rua. Passou ainda pela Praça da Sé, Faculdade de Direito do
Largo de São Francisco, Viaduto Brigadeiro Luís Antônio, 15 de Novembro e Ladeira da Memória, o
que dificultou o trânsito no centro. O ato terminou pouco depois das 21h30, em frente ao Parque Dom
Pedro II, com a queima da catraca que os manifestantes carregaram durante todo o protesto.
Pela primeira vez o ato foi encerrado sem que o MPL divulgasse a data da próxima manifestação.
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