sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

NAS BARBAS DO DR. MORO, A FAMÍLIA “ENOJADA” CONTINUA APRONTANDO


De onde veio essa grana? De salário? Do cofrinho? Do tal baú escondido no quintal da casa?

Por Fernando Brito

Lembram da história do ladrão “convertido” Paulo Roberto Costa, sobre o “estar enojado” e ter se
arrependido em defesa dos valores familiares?
Pois não é que a família Barrabás, agora santificada e protegida em acordos de delação premiada, por 
seu caráter redimido, que lhe dá o direito de acusar qualquer um, continua aprontando, nas barbas do 
Dr. Sérgio Moro?
Graças a um erro da funcionária Catia Nunes Cavalcante, da agência carioca do Bradesco, que 
ficamos sabendo que a moça continua fazendo altos negócios.
Porque, afinal, quem está com bens bloqueados e tem dinheiro para pedir de sua conta bancária dois 
cheques de R$ 500 mil e R$150 mil.
Como o cheque foi emitido errado e a goela é grande, Arianna reteve o documento e está sendo 
processada para devolvê-lo ao banco.
Mas, francamente, você acha que alguém recebe um cheque de 500 mil reais e não percebe na hora 
que está escrito mil vezes mais?
Que a funcionária, que preenche num terminal – daqueles, inclusive, que têm teclas de três zeros – 
dezenas de cheques todo dia tem “comido mosca”, vá lá. Uma fez um funcionário do antigo Banerj 
errou a digitação de um número e foram parar dois mil reais a mais na conta de minha mãe. Claro, 
devolvidos imediatamente.
Mas que essa moça, com os bens bloqueados, movimente na sua conta pessoal uma quantia de R$ 650 
mil é o “ó”, não é, Dr. Moro?
De onde veio essa grana? De salário? Do cofrinho? Do tal baú escondido no quintal da casa?
Foi fruto de sua atividade de corretagem? Será que ela vendeu o Taj Mahal?
A família Costa é uma organização criminosa, que foi previamente perdoada pelos nossos doutos 
procuradores do Ministério Público e o seu patriarca é tratado como o oráculo de onde vem a verdade e 
a honradez.
Mas aí, descobre-se que a filha do enojado, em plena virada do ano, numa situação em que deveria 
estar dependendo até dos parentes para comprar um tender bolinha para o reveillon, saca R$ 650 mil 
em cheques administrativos de sua conta.
E como um dos cheques vem errado, com R$ 500 milhões em lugar de R$ 500 mil, ainda retém o 
documento, quem sabe para ver se tirava mais algum também disso.
E o Ministério Público, com o Dr. Moro, oferecendo casa, comida e roupa lavada para a família 
honrada apontar todos os desonestos da Petrobras.
Viva o Brasil!
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