O governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel, pretende criar novos mecanismos de
combate à corrupção no estado, que foi governado pelo PSDB e pelo grupo do senador Aécio
Neves nos últimos doze anos; para isso, ele convidou o controlador-geral do município de São
Paulo, Mário Vinícius Spinelli, para exercer função semelhante em Minas; 'xerife' do setor
público, Spinelli teve autonomia total de Fernando Haddad e implodiu esquemas pesados como
a máfia dos fiscais, que desviou R$ 500 milhões dos cofres municipais; Aécio na mira?
Minas 247 - O governo de Minas Gerais terá novos mecanismos de controle e combate à corrupção a
partir da posse de Fernando Pimentel, do PT, em janeiro.
Para isso, ele convidou o controlador-geral do município de São Paulo, Mário Vinícius Spinelli, para
Para isso, ele convidou o controlador-geral do município de São Paulo, Mário Vinícius Spinelli, para
exercer função semelhante em Minas. 'Xerife' do setor público, Spinelli teve autonomia total de
Fernando Haddad e implodiu esquemas como a máfia dos fiscais, que desviou R$ 500 milhões dos
cofres municipais. Leia, abaixo, informação antecipada pela colunista Monica Bergamo, da Folha de S.
Paulo:
ENDEREÇO CERTO
O controlador-geral do município de São Paulo, Mário Vinícius Spinelli, pode ser convidado para
O controlador-geral do município de São Paulo, Mário Vinícius Spinelli, pode ser convidado para
trabalhar com Fernando Pimentel, que em janeiro assume o governo de Minas Gerais no lugar do
grupo do tucano Aécio Neves, que comandou o Estado por 12 anos.
ENDEREÇO 2
A ideia já foi discutida na equipe de transição de governo de Pimentel. E também com integrantes do
A ideia já foi discutida na equipe de transição de governo de Pimentel. E também com integrantes do
diretório nacional do PT.
RETROVISOR
Spinelli teria a missão de comandar a controladoria-geral do governo de Minas, repetindo lá o trabalho
RETROVISOR
Spinelli teria a missão de comandar a controladoria-geral do governo de Minas, repetindo lá o trabalho
que fez em SP. No começo da gestão de Fernando Haddad, ele cruzou informações sobre o patrimônio
de funcionários públicos. Acabou desmantelando uma máfia suspeita de desviar R$ 500 milhões,
causando embaraços à equipe de Gilberto Kassab, antecessor de Haddad, e resvalando até em
vereadores do PT.
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