No evento sobre corrupção, o Procurador Geral da República Rodrigo Janot avança além das chinelas
e sugere a demissão de toda a diretoria da Petrobras.
Termina a fala, caminha em direção à sua cadeira e é cumprimentado pelo Ministro da Justiça José
Eduardo Cardozo. MInistro da Justiça, representante máximo do governo no evento, Cardozo não
demonstra nem coragem nem discernimento para entender as inconveniências de Janot e responder.
Terminado o evento, Cardozo é cercado pelos jornalistas e dá apoio total a Janot. Diz que há indícios
Terminado o evento, Cardozo é cercado pelos jornalistas e dá apoio total a Janot. Diz que há indícios
veementes de corrupção na Petrobras e quem ainda não foi demitido, será. Endossa tudo, sem o menor
senso de solidariedade ao seu próprio governo.
É a própria presidente da República que anota a falta de resposta às críticas de Janot. E ordena que
Cardozo responda.
Só então Cardozo convoca nova coletiva e faz a defesa que deveria ter feito no evento. Diz não haver
Só então Cardozo convoca nova coletiva e faz a defesa que deveria ter feito no evento. Diz não haver
nenhuma prova contra a diretoria atual. E enumerou iniciativas visando aumentar o controle sobre a
empresa.
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