
Por: Fernando Brito
José Carlos Cosenza, atual diretor de Abastecimento da Petrobras, colocado por Graça Foster no lugar
do larápio Paulo Roberto Costa foi acusado de fazer negócios com Alberto Youssef e as empretieiras
por “um erro material”. admitiu hoje a Polícia Federal, através de nota assinada pelo delegado Márcio
Adriano Anselmo.
Adriano Anselmo.
Anselmo é aquele que, no Facebook, chamava de “anta” o ex-presidente Lula.
É curiosíssimo que tão criterioso senhor tenha, por “erro material”, incluído nos interrogatórios onde
Cosenza é objeto da mesma pergunta que se faz em relação ao ex-diretor Renato Duque e Nestor
Cerveró.
O “erro material” dos delegados, serviu para Cosenza ser execrado de ontem até hoje, em manchetes
de jornal e na televisão.
Hoje, aliás, praticamente demitido na Folha:
“Ministros ouvidos pela Folha afirmam que sua saída se tornou inevitável” após o ex-diretor da
Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef o colocarem na lista de suspeitos de terem
recebido “comissões”.
Colocaram?
Não sabemos, por que os rapazes que cometem “erro material” não informam, emboratenham afirmado
que ele foi citado quando não foi citado.
É como as “propinas dentro dos limites legais” de ontem, no Estadão.
O espetáculo com a honra alheia.
Até porque o mínimo que se pode esperar de um corrupto como Paulo Roberto Costa é que aja como o
famoso bordão humorístico: “sou, mas quem não é?”
Mas o Dr. Anselmo, que cometeu este “pequeno erro material” de confirmar desonrar alguém só
desmentiu isso – mesmo 24 horas depois – porque alguém, finalmente, lhe apertou os calos.
Senão, Cosenza estaria até agora na lista dos ladrões, e olhe lá se não pode entrar de novo, caso a PF
ache algum “erro material” em sua vida, como comprar um apartamento ou vender um automóvel, para
confirmar o “sou, mas quem não é?” de Paulo Roberto Costa?
É curiosíssimo que tão criterioso senhor tenha, por “erro material”, incluído nos interrogatórios onde
Cosenza é objeto da mesma pergunta que se faz em relação ao ex-diretor Renato Duque e Nestor
Cerveró.
O “erro material” dos delegados, serviu para Cosenza ser execrado de ontem até hoje, em manchetes
de jornal e na televisão.
Hoje, aliás, praticamente demitido na Folha:
“Ministros ouvidos pela Folha afirmam que sua saída se tornou inevitável” após o ex-diretor da
Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef o colocarem na lista de suspeitos de terem
recebido “comissões”.
Colocaram?
Não sabemos, por que os rapazes que cometem “erro material” não informam, emboratenham afirmado
que ele foi citado quando não foi citado.
É como as “propinas dentro dos limites legais” de ontem, no Estadão.
O espetáculo com a honra alheia.
Até porque o mínimo que se pode esperar de um corrupto como Paulo Roberto Costa é que aja como o
famoso bordão humorístico: “sou, mas quem não é?”
Mas o Dr. Anselmo, que cometeu este “pequeno erro material” de confirmar desonrar alguém só
desmentiu isso – mesmo 24 horas depois – porque alguém, finalmente, lhe apertou os calos.
Senão, Cosenza estaria até agora na lista dos ladrões, e olhe lá se não pode entrar de novo, caso a PF
ache algum “erro material” em sua vida, como comprar um apartamento ou vender um automóvel, para
confirmar o “sou, mas quem não é?” de Paulo Roberto Costa?
Afinal, é uma pessoa que movimenta, por força do cargo, bilhões em contratos e para dizer que “está
levando algum” basta a irresponsabilidade do disse me disse.
Ninguém pode, previamente, comprovar que ele seja honesto, quando não se sabe do que se o acusa.
E, principalmente, quando se acusa por “erro material”, dizendo que disseram o que não disseram dele.
Mas o efeito é terrível. Diga-me o leitor: no lugar do senhor Cosenza, agora, o caro amigo assinaria um
contrato de compra de clips de papel?
Cosenza talvez não tenha mais como trabalhar, o que não ocorre, porque ninguém o afasta, com o
delegado Anselmo.
Talvez fosse conveniente lembrar ao delegado das “antas” que a honra é um bem constitucionalmente
protegido e quem lança à lama o nome de alguém deve pagar por isso.
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levando algum” basta a irresponsabilidade do disse me disse.
Ninguém pode, previamente, comprovar que ele seja honesto, quando não se sabe do que se o acusa.
E, principalmente, quando se acusa por “erro material”, dizendo que disseram o que não disseram dele.
Mas o efeito é terrível. Diga-me o leitor: no lugar do senhor Cosenza, agora, o caro amigo assinaria um
contrato de compra de clips de papel?
Cosenza talvez não tenha mais como trabalhar, o que não ocorre, porque ninguém o afasta, com o
delegado Anselmo.
Talvez fosse conveniente lembrar ao delegado das “antas” que a honra é um bem constitucionalmente
protegido e quem lança à lama o nome de alguém deve pagar por isso.
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