Os tucanos de SP não falam a Língua Portuguesa.
Saiu no “Painel” da Fel-lha, que trata os tucanos a chá inglês: CABEÇA QUENTE
O clima no tucanato é de revolta com o uso da falta d’água na propaganda do PT. “Dilma merece
a medalha da sacanagem. Fazendo o que faz, vai perder a legitimidade se for reeleita”, esbraveja
(Alberto) Goldman (ex-governador de São Paulo e fiel aliado de Serra).
No horário eleitoral impecável, Dilma pendurou a falta d’água nas costas do Aecinico e em seus colegas de São Paulo.
Como disse o Profeta Tirésias, depois de assistir ao programa:
- A crise da água em São Paulo (e em Minas !) é a crise de um modo de governar.
- São Paulo era cantada em prosa e verso como a Califórnia, a terra da água, da abundância, para onde corriam os que fugiam da seca.
- Era o refúgio de brasileiros sedentos.
- Agora, falta água em São Paulo toda, no Sul de Minas, a região mais rica, a cafeeira, e no Triângulo.
- Os tucanos esconderam da população os meios de se defenderem de sua incompetência.
- Omitiram a falta de investimento em água, para distribuir lucro na Bolsa de Nova York.
- Como disse a Dilma: é o Apagão Tucano de 2014 !
No Alto do Moura em Caruaru (PE) ou em Madureira, no Rio, ninguém sabe quem é Alberto Goldman.
Até aí, nada de novo, já que não fosse o PiG esses tucanos de São Paulo não passavam de Resende.
O interessante é que os tucanos de São Paulo não sabem quem é o Brasil.
Não conhecem a Língua do Brasil.
O amigo navegante há de se lembrar que, na vitoriosa campanha de 2010, quando tomou uma surra da Dilma, Cerra interrompeu entrevista numa rádio em Recife, porque alegou não entender o que os entrevistadores falavam.
Os tucanos de São Paulo, os mais ilustres, acham que quem vota em Dilma é o equivalente a asno.
E não sabem que, fora de São Paulo, onde se fala o PIOR Português do Brasil – uma mistura de caipira com italiano da Calábria – a palavra “sacanagem” não se pronuncia na frente de senhoras.
Em São Paulo é trivial, é assim como “pizza” ou “curintia”.
Mas, no resto do Brasil, não.
Bem dizia o sábio Fernando Lyra – “o importante é o rumo”: São Paulo não entende o Brasil.
Na verdade, a elite de São Paulo – a PIOR do Brasil, segundo o Mino – não se considera NO Brasil.
Como os luzias do Império, os perrepistas da Velha República e os udenistas do Golpe de 64, eles pensam que vivem em Milão e em Miami e podem tratar a Presidenta do Brasil como se fosse uma …
Paulo Henrique Amorim
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