O candidato do PT, Alexandre Padilha, convocou o Califa do Tucanistão Geraldo Alí Alckmin
para comparar as realizações de ambos na área da saúde (Foto: Analítica)
POR SÉRGIO RODAS OLIVEIRA
Ocandidato ao governo de São Paulo Alexandre Padilha (PT) rebateu na tarde desta segunda-feira (22) os ataques da propaganda eleitoral de hoje do atual governador, Geraldo Alckmin (PSDB), e o desafiou a debater a saúde abertamente com ele.
“Pare de fugir do debate, candidato Alckmin, pare de se ausentar dos debates. Seja homem. Venha debater junto comigo, frente a frente”, convocou Padilha em entrevista realizada em São José do Rio Preto, no interior paulista.
O ex-ministro também afirmou que o “medo” de um segundo turno fez com que o atual governador “se perdesse e se descontrolasse”. Por isso Alckmin estaria contratando atores para atacar Padilha. Mas este se mostrou confiante de que avançará à segunda etapa, e que lá o tucano não mais conseguirá evitar o confronto.
“Ele está fugindo dos debates no primeiro turno, mas não tem problema, porque eu vou encontrá-lo no segundo turno, e aí vamos estar cara a cara, desafiando os dados da saúde”, garantiu o candidato do PT.
O programa eleitoral no rádio de Alckmin desta segunda enfatizou a ligação partidária do ex-ministro da saúde. Dessa forma, os atores sempre o chamavam de “Padilha do PT”. Para imprimir um caráter negativo à sigla, o locutor fez referência ao escândalo do mensalão: "Vocês sabiam que dos últimos quatro candidatos que o PT apresentou para o governo de São Paulo, dois estão presos?", lembrando do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (candidato em 1994) e do ex-presidente do partido José Genoino (candidato em 2002).
Além disso, a veiculação do tucano contestou a participação de Padilha no governo Dilma: "Como é que pode querer ser governador de um Estado tão importante quanto São Paulo, se ele não teve competência nem para administrar o Ministério da Saúde?". Em seguida, os apresentadores citaram números que supostamente embasam o argumento deles, afirmaram que o petista, quando ministro, não mandou “nem um tostão” para os Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs) e classificaram sua gestão na pasta de “incompetente”.
Em defesa a essas acusações, o candidato petista se mostrou disposto a comparar os “avanços” de sua gestão de três anos como ministro da Saúde com o “retrocesso” de quatro anos do governo estadual de Alckmin.
“Vamos comparar: o Farmácia Popular, que eu criei, saiu de dois milhões de usuários para 19 milhões em três anos, e o Dose Certa do governo do estado de São Paulo reduziu o numero de pessoas atendidas no governo Alckmin. Eu mais do que dobrei o numero de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas nesses três anos, e o atual governador reduziu a expansão dos AMEs, ele puxou o freio de mão na expansão deles. Eu, em um ano, atendi 50 milhões de pessoas que não era atendidas com o programa Mais Médicos, e o atual governador tentou lançar depois um programa Mais Médicos PHD que ninguém sabe que médico que trouxe a mais para o estado de São Paulo”, argumentou Padilha.
POR SÉRGIO RODAS OLIVEIRA
Ocandidato ao governo de São Paulo Alexandre Padilha (PT) rebateu na tarde desta segunda-feira (22) os ataques da propaganda eleitoral de hoje do atual governador, Geraldo Alckmin (PSDB), e o desafiou a debater a saúde abertamente com ele.
“Pare de fugir do debate, candidato Alckmin, pare de se ausentar dos debates. Seja homem. Venha debater junto comigo, frente a frente”, convocou Padilha em entrevista realizada em São José do Rio Preto, no interior paulista.
O ex-ministro também afirmou que o “medo” de um segundo turno fez com que o atual governador “se perdesse e se descontrolasse”. Por isso Alckmin estaria contratando atores para atacar Padilha. Mas este se mostrou confiante de que avançará à segunda etapa, e que lá o tucano não mais conseguirá evitar o confronto.
“Ele está fugindo dos debates no primeiro turno, mas não tem problema, porque eu vou encontrá-lo no segundo turno, e aí vamos estar cara a cara, desafiando os dados da saúde”, garantiu o candidato do PT.
O programa eleitoral no rádio de Alckmin desta segunda enfatizou a ligação partidária do ex-ministro da saúde. Dessa forma, os atores sempre o chamavam de “Padilha do PT”. Para imprimir um caráter negativo à sigla, o locutor fez referência ao escândalo do mensalão: "Vocês sabiam que dos últimos quatro candidatos que o PT apresentou para o governo de São Paulo, dois estão presos?", lembrando do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (candidato em 1994) e do ex-presidente do partido José Genoino (candidato em 2002).
Além disso, a veiculação do tucano contestou a participação de Padilha no governo Dilma: "Como é que pode querer ser governador de um Estado tão importante quanto São Paulo, se ele não teve competência nem para administrar o Ministério da Saúde?". Em seguida, os apresentadores citaram números que supostamente embasam o argumento deles, afirmaram que o petista, quando ministro, não mandou “nem um tostão” para os Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs) e classificaram sua gestão na pasta de “incompetente”.
Em defesa a essas acusações, o candidato petista se mostrou disposto a comparar os “avanços” de sua gestão de três anos como ministro da Saúde com o “retrocesso” de quatro anos do governo estadual de Alckmin.
“Vamos comparar: o Farmácia Popular, que eu criei, saiu de dois milhões de usuários para 19 milhões em três anos, e o Dose Certa do governo do estado de São Paulo reduziu o numero de pessoas atendidas no governo Alckmin. Eu mais do que dobrei o numero de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas nesses três anos, e o atual governador reduziu a expansão dos AMEs, ele puxou o freio de mão na expansão deles. Eu, em um ano, atendi 50 milhões de pessoas que não era atendidas com o programa Mais Médicos, e o atual governador tentou lançar depois um programa Mais Médicos PHD que ninguém sabe que médico que trouxe a mais para o estado de São Paulo”, argumentou Padilha.
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