Ato com sindicalistas que será realizado no final da tarde desta quinta-feira, com a participação
da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula, terá a "presença de um numeroso
contingente de dirigentes da Força Sindical", do deputado Paulinho, que apoia o tucano Aécio
Neves para presidente; fato mostra dissidência de entidades importantes com a Força Sindical,
escreve Paulo Moreira Leite; leia a íntegra do texto em seu blog.
247 – Ato com centrais sindicais que irá declarar apoio à presidente Dilma Rousseff no final da tarde desta quinta-feira 7 contará também com uma presença curiosa: participantes da Força Sindical, central do deputado Paulinho e a segunda maior do País, que apoia o candidato tucano Aécio Neves para presidente.
Quem noticia é Paulo Moreira Leite, em seu blog. A dissidência chama a atenção, afirma PML, não apenas pelo fato de a central ter nascido como oposição à CUT e ao PT, mas por se tratar "da base de apoio do deputado Paulinho, do Solidariedade, hoje a principal liderança de Aécio Neves no movimento social".
O jornalista diz que a dissidência é estimada em um terço dos 1.600 sindicatos registrados no Ministério do Trabalho como filiados à Força. Entre os motivos, destaca Paulo Moreira Leite, está a força do ex-presidente Lula, que também estará no evento, na campanha pelo voto dos trabalhadores.
Leia a íntegra em Rebelião na Força Sindical em apoio a Dilma
247 – Ato com centrais sindicais que irá declarar apoio à presidente Dilma Rousseff no final da tarde desta quinta-feira 7 contará também com uma presença curiosa: participantes da Força Sindical, central do deputado Paulinho e a segunda maior do País, que apoia o candidato tucano Aécio Neves para presidente.
Quem noticia é Paulo Moreira Leite, em seu blog. A dissidência chama a atenção, afirma PML, não apenas pelo fato de a central ter nascido como oposição à CUT e ao PT, mas por se tratar "da base de apoio do deputado Paulinho, do Solidariedade, hoje a principal liderança de Aécio Neves no movimento social".
O jornalista diz que a dissidência é estimada em um terço dos 1.600 sindicatos registrados no Ministério do Trabalho como filiados à Força. Entre os motivos, destaca Paulo Moreira Leite, está a força do ex-presidente Lula, que também estará no evento, na campanha pelo voto dos trabalhadores.
Leia a íntegra em Rebelião na Força Sindical em apoio a Dilma
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