quinta-feira, 7 de agosto de 2014

ONU afirma que é preciso acabar com sofrimento em Gaza


Israel pede ajuda de parlamentares dos EUA para se defender de acusações de crimes de
guerra. Congressista norte-americano afirmou que Netanyahu quer combinar estratégia de 
defesa com Estados Unidos e evitar que caso vá à Corte Penal Internacional.

Com informações da ONU


Jornal GGN – O Secretário-Geral da ONU pediu nesta quarta-feira que não sejam poupados esforços
para tornar o atual cessar-fogo em um ato permanente na Faixa de Gaza. Em seu discurso à
Assembléia Geral, discutindo a situação no território palestino ocupado, Ban Ki-moon enfatizou que
esta é uma oportunidade para abordar as questões de fundo do conflito, incluindo o disparo de foguetes
a partir de Gaza, contrabando de armas e abertura de postos de fronteira.
Além disso, Ban instou para que se aborde o levantamento do bloqueio contra Gaza e que esse
território possa participar de um único governo palestino.
Ele sublinhou que o pesadelo das últimas quatro semanas é um lembrete terrível de que só uma solução
negociada pode devolver a segurança e a paz tanto aos israelenses quanto aos palestinos.
“O ciclo de sofrimento sem sentido em Gaza e Cisjordânia, assim como em Israel, deve acabar”, disse
ele. “Devemos continuar assim? Construir, destruir, construir e destruir? Vamos reconstruir Gaza
novamente, mas esta deve ser a última vez!”, enfatizou Ban Ki-moon.


Primeiro ministro israelense, O Serial Killer Benjamin Netanyahu.

Ele também condenou os ataques às instalações da ONU, pediu uma rápida investigação desses
incidentes e a responsabilização dos envolvidos.
O Coordenador Especial da ONU para o Processo de Paz no Oriente Médio, Robert Serry, também
participou da sessão através de videoconferência, do Cairo, onde ocorrem as conversações de paz
patrocinadas pelo Egito.
“Seria cínico e irresponsável se o resultado dessas discussões nos levarem de volta à situação anterior”,
disse Serry. Ele enfatizou que a destruição atual é pior do que a ocorrida no conflito de 2008-20098,
assim como pior é o número de vítimas e a imensas dificuldades para que se possa recuperar Gaza.
Durante a reunião da Assembléia Geral, participou também, por videoconferência, o Alto
Comissariado para os Direitos Humanos, Navi Pillay, de Jerusalém, e do chefe da UNRWA, Pierre
Krähenbühl.
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