Que se dane o Datafolha sobre a pesquisa para governador de São Paulo. Não abaixem a cabeça, não caiam na armadilha dessa pesquisa feita para esfriar a militância, porque Padilha vai vencer o Alckmin e o Datafolha.
Não é papo de torcedor. Será suado, em dois turnos, mais vencerá.
Deem uma olhada neste vídeo de um pequeno trecho da despedida do Ministério da Saúde. Em dois momentos do discurso Padilha se emocionou, embargou a voz, e se segurou para não chorar de vez. Um foi quando agradeceu seus pais, que sofreram muito durante a ditadura. Outro momento está neste vídeo, quando se emocionou com a luta para levar mais médicos ao interior, inclusive para cuidar dos povos indígenas.
Ele mesmo, depois de se formar médico nas melhores Universidades de São Paulo, foi cuidar de gente que não tinha médico na amazônia paraense, inclusive da tribo Zoé, que estava a caminho da extinção devido a doenças. É dessas histórias de vida que inspiram. Parece até filme. Imagine na hora que o cidadão paulista ver isto no Horário Eleitoral?
Se Padilha fosse um tucano, esse trecho do vídeo teria ido parar no Jornal Nacional, repetido no Jornal da Globo, no "Bom Dia, Brasil" e no telejornal Hoje. Como ele não é tucano, quanta gente, mesmo petista de carteirinha, viu? Pois está aí para todo mundo ver. E tem que compartilhar senão ninguém fica sabendo.
Mas a gente que é ativista, não pode deixar por conta só de marqueteiros no Horário Eleitoral. Temos que fazer como Lula diz. Temos que ter o argumento na hora de conversar sobre política. Sem ser chato, a gente tem que falar com quem conversa sobre política conosco, tem que explicar porque Padilha é o melhor candidato.
Melhor Ministro da Saúde e melhor candidato.
A confiança na vitória é porque Padilha é o melhor candidato a governador de São Paulo que já apareceu nos últimos tempos. Outros tiveram suas qualidades também, mas Padilha tem um perfil que o favorece em um estado como São Paulo. Só perde se o marketing errar demais ou se a militância abaixar a cabeça.
Padilha fez um trabalho extraordinário no Ministro da Saúde, mesmo com condições adversas, como o problema crônico do subfinanciamento, agravado com o fim da CPMF. E com a descentralização da Saúde nos municípios e estados, que é boa por um lado, mas também ainda traz problemas quando prefeituras e governadores não controlam médicos que não cumprem a carga horária e outras coisas piores.
Foi o melhor Ministro da Saúde do Brasil desde Oswaldo Cruz, com todo respeito aos outros ex-ministros que também fizeram um bom trabalho, reestruturando a Saúde Pública que havia sido sucateada no governo tucano. No vídeo inteiro de sua despedida ele fez um balanço de muita coisa que a gente não sabe porque nunca sai nos jornais e TVs.
Além disso, Padilha está construindo um programa de governo para São Paulo incomparavelmente superior ao que os tucanos fazem desde 1983 (quando ainda eram do PMDB). É um programa melhor para o interior, melhor para a região metropolitana, melhor para os mais pobres, melhor para a classe média, e melhor até para os mais ricos, porque é desenvolvimentista e pensa grande.
Além de Padilha saber se comunicar bem, ser bom no debate (depenou um por um os jornalistas tucanos no programa Roda Viva), também sabe ouvir, é excelente articulador político e social, e tem uma cabeça aberta para fazer um governaço com ampla participação popular e de transparência.
Já vimos este mesmo filme em 2012, no mesmo Datafolha
Ninguém em sã consciência acredita que Padilha chegará nas urnas com 3% como aponta o Datafolha nesta pesquisa ainda há meses das eleições. Qualquer candidato petista razoável chega com cerca de 30% dos votos úteis. Imagina Padilha que é o candidato dos sonhos que qualquer partido gostaria de ter?
Em 26 de junho de 2012, o Datafolha deu Haddad com 6%. O resultado nas urnas todos sabem qual foi. Deixa os tucanos com salto alto para ver no que vai dar.
O data falha Cheira mal
Apesar da manutenção de seu patamar de liderança na pesquisa estimulada (quando o entrevistado recebe um cartão com os nomes dos candidatos para escolher), Alckmin tem caído na pesquisa espontânea (sem cartão).
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Antes do auge dos protestos de 2013, ele era lembrado espontaneamente por 19%. Logo depois, caiu para 15%. Agora é citado por 10%.
Como Alckmin cai tanto na espontânea e sobe na estimulada? Se ele caiu na espontânea, o normal seria aumentar o número de indecisos, brancos ou nulos na estimulada. Isso não é pesquisa estimulada, é forçada!
Para piorar, o jornalão Folha de São Paulo, dos mesmos donos do Datafolha, não divulgou nem os números do Padilha, nem dos outros candidatos. Por que? A coisa só pode estar feia para o Alckmin.
Vamos ver se o Datafolha libera ou censura o relatório completo, para a gente se divertir um pouco com as cassetadas dos números contraditórios.
Para piorar, o jornalão Folha de São Paulo, dos mesmos donos do Datafolha, não divulgou nem os números do Padilha, nem dos outros candidatos. Por que? A coisa só pode estar feia para o Alckmin.
Vamos ver se o Datafolha libera ou censura o relatório completo, para a gente se divertir um pouco com as cassetadas dos números contraditórios.


O Datafolha perguntou que nota o eleitor dá ao governo Dilma, de zero a 10.
46% disseram 7 para cima, e isso deveria equivaler a uma avaliação boa a ótima.
24% disseram 5 ou 6, e isso deveria equivaler a uma avaliação regular.
29% disseram 4 para baixo, e isso deveria equivaler a uma avaliação ruim ou péssimo.
Antes disso o Datafolha perguntou: "Na sua opinião a presidente Dilma está fazendo um governo ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo?"
28% responderam ruim/péssimo o que bate com o percentual de quem deu nota abaixo de 5.
33% responderam bom/ótimo, muito inferior aos 46% que deram nota 7 para cima. E aí a pesquisa se embanana.
38% reponderam regular, bem acima dos 24% que deram nota 5 ou 6.
Conclusão: se for para levar a sério a pesquisa tem gente dando nota 7,8,9 ou 10 e considerando o governo regular.
E Dilma tem grande chance de receber votos destes 46% que deram nota 7 para cima, se conseguir comunicar-se bem com o eleitor.
Outra coisa estranhíssima é a intenção de votos ser exatamente igual ao número de bom/ótimo (33%). Será que entre todo mundo que considera o governo regular, não tem um único cidadão que votaria em Dilma?
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