Senador do PSDB paulista perde a estabilidade; cotado para ser vice de Aécio Neves, ele se
queimou ao xingar, ontem, blogueiro que lhe dirigiu uma pergunta sobre escândalo de
distribuição de propinas Alstom-Siemens; agora, depois de ter assinado pedido de instalação da
CPI da Alstom, retirou seu próprio nome; desorientação pode lhe custar o futuro na chapa
presidencial.

O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), assinou o requerimento de criação da CPI mista para apurar o escândalo do propinão do metrô de São Paulo, mas depois riscou seu nome da lista. O tucano havia aderido ao movimento depois de ser pressionado por aliados de Dilma Rousseff, que acusavam o PSDB de querer evitar a comissão por temer o impacto da investigação sobre o governo de Geraldo Alckmin (PSDB).
Depois de assinar o documento, Aloysio afirmou que o pedido de investigação era uma “farsa”, pois não incluía suspeitas de cartel em obras de trem e metrô em cidades e Estados governadas pelo PT e por seus aliados.O líder tucano riscou seu nome do requerimento. Logo depois, o senador Ruben Figueiró (PSDB-MS), que havia assinado logo depois de Aloysio, também riscou seu nome.

O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), assinou o requerimento de criação da CPI mista para apurar o escândalo do propinão do metrô de São Paulo, mas depois riscou seu nome da lista. O tucano havia aderido ao movimento depois de ser pressionado por aliados de Dilma Rousseff, que acusavam o PSDB de querer evitar a comissão por temer o impacto da investigação sobre o governo de Geraldo Alckmin (PSDB).
Depois de assinar o documento, Aloysio afirmou que o pedido de investigação era uma “farsa”, pois não incluía suspeitas de cartel em obras de trem e metrô em cidades e Estados governadas pelo PT e por seus aliados.O líder tucano riscou seu nome do requerimento. Logo depois, o senador Ruben Figueiró (PSDB-MS), que havia assinado logo depois de Aloysio, também riscou seu nome.
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