"A política gosta de traição e odeia o traidor"- Fernando Brito, sobre o Dudu
Paulo Coelho entrou no time do Ney Matogrosso e dos tucanos: fala mal do Brasil no exterior.
Melhor o Wagner Moura, que fala mal aqui mesmo.
Além de chamar Ronaldo de “imbecil”, Paulo Coelho diz assim:
“A seleção ganhando ou não, eu tenho certeza que haverá uma explosão social. Haverá pessoas nos estádios e ainda mais pessoas que estarão nas ruas, quando o mundo terá os olhos no Brasil. O contexto é muito tenso. A violência voltou. A Copa do Mundo pode ser uma bênção e um momento de comunhão para nós como foi para a França ou a Alemanha. Mas é um desastre. O país quer mostrar uma face que não é a verdade. Há uma divisão entre o governo e o povo”.
Como se sabe, com Romário, Dunga e Lula, Coelho foi receber a notícia de que o Brasil seria sede da Copa.
É inútil tentar entender a reviravolta.
O que justifica essa previsão de “uma explosão social” ?
Assistir à Globo Overseas, ler a Fel-lha, a de mau hálito ?
“Explosão” se for entre seus leitores – onde o ansioso blogueiro não se inclui, é claro –, desiludidos a cada tentativa de produzir um best-seller por mês.
Como se romance fosse igual a oferta da Vivo.
Mais simples é comparar o “político” Paulo Coelho com o “literato” Paulo Coelho.
Os dois merecem estar onde estão.
Na Academia, ao lado do Ataulfo e do Príncipe da Privataria, que também se acham os dois.
Paulo Henrique Amorim
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