No Blog do Parsifal
Na terça-feira (29), o deputado federal Nelson Marquezelli (PTB-SP), escolhido pelo seu partido para fazer, em plenário, a defesa da aprovação de um projeto de lei que altera a “Lei dos Caminhoneiros”, subiu à tribuna e cumpriu a sua missão, sob os aplausos constantes de cerca de 300 caminhoneiros que faziam lobby na Casa pela aprovação do projeto.
Terminada a votação, que aprovou o projeto, a equipe do “Correio Braziliense” dirigiu-se ao gabinete de Marquezelli para entrevistá-lo onde percebeu grande movimentação da claque que o aplaudia minutos antes, que era orientada a ir até o 10º andar da Câmara.
O faro do jornalista André Shalders o fez seguir, com a sua equipe, os caminhoneiros que aplaudiam Marquezelli com tanto fervor, até o 10º andar. Ao chegar lá, Shalders ganhou o dia: servidores com crachás da Câmara Federal, com uma lista nas mãos, faziam o pagamento dos caminhoneiros pelas palmas proferidas à emocionada defesa do deputado Marquezelli.
Ao verem que estavam sendo filmados, os servidores interromperam o pagamento e desceram. A equipe do Correio os seguiu até a garagem, onde o pagamento do soldo continuou.
Não é crime pagar para receber palmas e o deputado Marquezelli não é o primeiro e nem o último a lançar mão dessa iguaria fútil, mas a Câmara Federal, para evitar esses constrangimentos, deveria instalar no som da Casa um mídia com vivas ou apupos, que seriam tocadas ao gosto e conveniência de cada um que se fizesse à tribuna, tipo aqueles programas de TV de antigamente, em que a audiência batia palmas, ria, ou vaiava, conforme o comando da sonoplastia.
Sairia menos caro.
O faro do jornalista André Shalders o fez seguir, com a sua equipe, os caminhoneiros que aplaudiam Marquezelli com tanto fervor, até o 10º andar. Ao chegar lá, Shalders ganhou o dia: servidores com crachás da Câmara Federal, com uma lista nas mãos, faziam o pagamento dos caminhoneiros pelas palmas proferidas à emocionada defesa do deputado Marquezelli.
Ao verem que estavam sendo filmados, os servidores interromperam o pagamento e desceram. A equipe do Correio os seguiu até a garagem, onde o pagamento do soldo continuou.
Não é crime pagar para receber palmas e o deputado Marquezelli não é o primeiro e nem o último a lançar mão dessa iguaria fútil, mas a Câmara Federal, para evitar esses constrangimentos, deveria instalar no som da Casa um mídia com vivas ou apupos, que seriam tocadas ao gosto e conveniência de cada um que se fizesse à tribuna, tipo aqueles programas de TV de antigamente, em que a audiência batia palmas, ria, ou vaiava, conforme o comando da sonoplastia.
Sairia menos caro.
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